O Projeto Piloto aqui apresentado objetiva despertar nos pais o interesse na criação de Associações, em seus Condomínios, que incentivem a solidariedade, o afeto e a valorização das crianças e adolescentes para mantê-los longe das drogas, da violência e de outras ameaças à sua integridade. Cuidar de nossas crianças e adolescentes significa abrir espaços de ação criativa e transformadora da realidade social, pois eles são o futuro do Brasil, do Mundo! Cuidar de nossos idosos é cuidar de uma parte de nós mesmos.
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10/07/2011

Coisas da Escola de antigamente






Grupo escolar.pps (6 MB)


Do mata-borrão à olivetti portátil


Também tínhamos “Estudos Sociais” aquela matéria que englobava Geografia, História e EMC -Educação Moral e Cívica  que depois virou OSPB (Organização Social e Política do Brasil).


 Multiplicar, a criançada do Grupo Escolar chamava de conta de “vezes”.

Atualmente, alunos de escolas públicas da zona rural do país aprenderam que 10 - 7 = 4


http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/mec-gasta-r-13-mi-com-livros-que-trazem-erros-graves

22/06/2011

Antecipação de feriado evita tragédia


Uma árvore de grande porte caiu, por volta das 19 h,  na Avenida Cirne Lima, no Bairro Intercap, em Porto Alegre. Não havia chuva ou ventos.
A árvore  estava  escorada no muro da Escola Estadual de 1º Grau Prof Edgar Luiz Schneider, na área interna do pátio da  Escola.
 A antecipação do feriado de Corpus Christi evitou  tragédia que certamente ocorreria, pois aquele é o local onde alguns alunos ficam agrupados, aguardando o início do período de aula.
A Linha Ipiranga-PUC faz uso desse trecho no sentido bairro-centro. Por sorte, veículo algum ou pessoas transitavam no local.
A diretoria da Escola havia mandado executar a construção de um  novo muro para dar suporte à árvore.  Ora, se foi prevista uma sustentação, é por que a árvore apresentava problema.
E a SMAM, não verificou?
A rua Artur de Oliveira tem várias árvores em estado de  deterioração que podem ocasionar tragédias, visto que é grande o trânsito pelo local inclusive, de alunos do Shneider. Nessa rua já houve muitas quedas de troncos e galhos.
Árvore bloqueou uma via da avenida 















Muro não conseguiu conter  o enorme tronco
Tronco atravessa uma via da 
avenida e alcança o canteiro central


Por pouco não danifica a rede elétrica

25/04/2011

Educação e Saúde

Por * Neri de Paula Carneiro

Educação e Saúde são dimensões da vida humana, normalmente separadas, mas que precisam permanecer sempre juntas.
Normalmente se deixa a dimensão saúde para os profissionais da área e a educação é esquecida ou relegada à escola. E com isso, em geral, a população fica sem saúde e sem educação, pois dentro desse raciocínio as pessoas, no cotidiano, as famílias, no dia-a-dia não precisariam se preocupar nem com a preservação da saúde nem com a educação, pois para isso existem os profissionais específicos.
As pessoas estão crescendo sem educação porque, em geral as famílias não têm mais tempo para os filhos. E, por falta de tempo, não lhes ensinam: os valores da sociabilidade; o respeito mútuo; os valores do estudo; a disciplina física e mental; normas básicas de saúde preventiva, inclusive pela higiene e boa alimentação. E por não receber esses, e outros, rudimentos da educação, as pessoas estão chegando à escola com muitas deficiências.
Chegam à escola muito mal educadas!
As pessoas, e a família de modo geral, se esqueceram de um elemento importante: esqueceram que a educação "vem do berço", como afirma o ditado popular. E se a família não educa, quem é que vai educar? A escola até pode dar "uma mãozinha", mas não é essa a sua função. Isso é responsabilidade dos pais! Das famílias!!
Por causa dessas deficiências o período escolar, principalmente das crianças, fica comprometido, pois acaba se atribuindo à escola uma nova função, que não é a dela: a de educar! A função primordial da escola é ensinar. A escola nasceu com essa finalidade (pode-se discutir a metodologia, as teorias as posturas pedagógicas, mas não se pode negar esse dado histórico! Não se pode negar o fato de que a escola existe para o ensino e não para a educação!).
O problema se dá porque a sociedade, que não tem tempo para os filhos, tem menos tempo ainda para educar os filhos. E, numa alternativa cruel, está atirando essa função à escola, sobrecarregando-a e distorcendo-lhe a função. E com isso a escola, que mal tinha tempo de ensinar, recebe mais uma missão, pela qual não é responsável e, sobrecarregada e sem autonomia, ensina com deficiência porque os estudantes lhes chegam às mãos com deficiências. Com muitas deficiências! E uma delas é a deficiência de educação!
E os profissionais da saúde?
Também a esses sobra um triste dilema. Sem sólida educação doméstica e com um ensino deficiente, as pessoas não aprendem a cuidar de si. Aumenta, com isso, o número de doenças evitáveis com procedimentos mínimos de higiene e boa alimentação. E isso faz aumentar o número de enfermos congestionando corredores de hospitais e postos de saúde, com enfermidades que não precisariam existir se a escola permanecesse apenas com seu papel de ensino e se as famílias estivessem cumprindo seu papel.

E aqui nem entra em discussão a existência de maus profissionais da saúde (todas as categorias profissionais os tem!). Não entra em discussão a falência generalizada e a má vontade no atendimento do serviço de saúde pública, de modo geral – claro que existem profissionais e servidores com excelente capacidade e dedicação. Mas esses sabem que não são poucos os seus colegas que só permanecem no serviço público por que são covardes e não tem coragem de sair e procurar outra atividade. Não tem coragem nem capacidade! Todos nós conhecemos situações que exemplificam essa afirmação e que dispensa comentários. E com isso além da deficiência na saúde preventiva – por falta de educação e escolarização – as pessoas acabam sendo mal atendidas e mal orientadas e mal curadas, nas filas mortais dos hospitais: públicos e privados. Nos públicos porque o atendimento – de modo geral - é péssimo! E no particular porque nem sempre o profissional que lá atende está interessado na cura do enfermo. Em muitos casos o profissional da saúde atende o enfermo pensando em suas vacas, em seus negócios pessoais... e o enfermo que pague logo e vá logo embora! Ou que permaneça mais tempo enfermo porque assim estica o tratamento e isso dá muito mais dinheiro!
E assim uma coisa puxa outra e o círculo de deficiências aumenta, separando cada vez mais as dimensões da vida humana. A vida humana que existe para ser sã, bela e sábia; e que precisa recuperar essas qualidades.
A vida humana e a sociedade dos homens precisam que as famílias redimensionem o seu ser. É necessário que o sistema escolar seja respeitado em sua função e missão de provocador de novos conhecimentos, para que a população seja, realmente mais sábia. Mas para isso precisa que as famílias tenham tempo, vontade e dedicação à sua missão de promotoras da educação. Precisa de profissionais da saúde que façam bem aquilo para o que se dedicam: a preservação da vida e manutenção da saúde, mesmo que aqueles que procuram o atendimento não tenham com o que pagar.
Para que isso aconteça é preciso que a família eduque seus filhos para que a escola possa ensina-los bem, ajudando a evitar enfermidades desnecessárias. E assim os profissionais da saúde terão mais tempo para se dedicar aos casos que realmente necessitam de sua atenção.
Até que isso não aconteça permaneceremos sendo uma sociedade vitima da falta de educação e morrendo nas portas dos hospitais, mesmo depois de termos pago rios de impostos...
Fonte:
*Neri de Paula Carneiro – Mestre em Educação, Filósofo, Teólogo e Historiador


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19/04/2011

Bullyng: assédio na Escola ou fora dela

Foto Wikipedia
Assédio escolar, comumente referido pelo anglicismo bullyng, é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully - «tiranete» ou «valentão») ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de assédio escolar pela turma.
Terminologia
Devido ao fato de ser um fenômeno que só recentemente ganhou mais atenção, o assédio escolar ainda não possui um termo específico consensual, sendo o termo em inglês bullying constantemente utilizado pela mídia de língua portuguesa. Existem entretanto alternativas como “acossamento, ameaça, assédio, intimidação, além dos mais informais judiar e implicar", além de diversos outros termos utilizado pelos próprios estudantes em diversas regiões.

Informe-se mais sobre o bullung
·         1 Terminologia
·         4 Tipos de assédio escolar
o    5.1 Escolas
o    5.5 Militar
·         7 Legislação
·         8 Ver também
·         9 Referências
·         10 Ligações externa

O bulling fora da Escola

A palavra "Bully" foi usada pela primeira vez na década de 1530  e significava  "querida"; era  aplicada a ambos os sexos. Para os  holandeses Boel  era "amante, irmão";  provavelmente diminutivo de buole.  O significado se deteriorou ao longo do século 17 e de   "bom sujeito", "fanfarrão", passou a significar  "assediador do"  fraco. Isso pode ter sido como um senso deconexão entre "amante" e "bandido" ou  como "protetor de uma prostituta", com  um sentimento de intimidação (embora não especificamente sancionada até 1706). O verbo "to bully" é o primeiro atestado em 1710. (Wikipedia)

·         1 Etimologia
·         2 História de bullying
·         3 Definições
·         4 Geral
o    5,1 Suicide
·         9 Tipos de bullying
·         10 Veja também
·         11 Referências
·         12 Leitura adicional
·         13 ligações externas
Fonte: Wikipedia

31/03/2011

Em vez de merenda escolar, ração e uísque!


Clique no link para ler a matéria.
Dinheiro de merenda era usado para pagar ração e uísque em AL

A estimativa é que em dois anos tenham sido usados indevidamente
R$ 8 milhões em recursos federais destinados à merenda.