O Projeto Piloto aqui apresentado objetiva despertar nos pais o interesse na criação de Associações, em seus Condomínios, que incentivem a solidariedade, o afeto e a valorização das crianças e adolescentes para mantê-los longe das drogas, da violência e de outras ameaças à sua integridade. Cuidar de nossas crianças e adolescentes significa abrir espaços de ação criativa e transformadora da realidade social, pois eles são o futuro do Brasil, do Mundo! Cuidar de nossos idosos é cuidar de uma parte de nós mesmos.
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28/10/2012

Cai o último argumento dos maconheiros: droga é mais prejudicial do que álcool e tabaco, sim!


Um dos lobbies mais organizados, mais influentes e mais aguerridos do Brasil é o dos maconheiros. Não há, já demonstrei aqui — acho que em centenas de textos —, uma só centelha lógica em seus argumentos. Ao contrário: no fim, tudo termina na mais pura irracionalidade. Não repisarei argumentos. O capítulo 3 de “O País dos Petralhas II” chama-se “Das milícias do pensamento” — um dos subcapítulos tem este título “Da milícia da descriminação das drogas”. Como, em certas franjas, o consumo da maconha — e de algumas outras substâncias — se mistura com hábitos próprios dos endinheirados, a descriminação ganhou porta-vozes influentes. Por incrível que pareça, está presente até na eleição do comando da OAB…
Leiam reportagem de Adriana Dias Lopes, que é capa da VEJA desta semana. Cai por terra a mais renitente — embora, em si, seja estúpida, já demonstrei tantas vezes — tese dos defensores da descriminação da maconha: a de que a droga ou é inofensiva ou é menos danosa à saúde do que o tabaco e o álcool, que são drogas legais. Errado! Leiam trecho da reportagem:
(…)
A razão básica pela qual a maconha agride com agudeza o cérebro tem raízes na evolução da espécie humana. Nem o álcool, nem a nicotina do tabaco; nem a cocaína, a heroína ou o crack; nenhuma outra droga encontra tantos receptores prontos para interagir com ela no cérebro como a cannabix. Ela imita a ação de compostos naturalmente fabricados pelo organismo, os endocanabinoides. Essas substâncias são imprescindíveis na comunicação entre os neurônios, as sinapses. A maconha interfere caoticamente nas sinapses, levando ao comprometimento das funções cerebrais. O mais assustador, dada a fama de inofensiva da maconha, é o fato de que, interrompido seu uso, o dano às sinapses permanece muito mais tempo — em muitos casos, para sempre, sobretudo quando o consumo crônico começa na adolescência. Em contraste, os efeitos diretos do álcool e da cocaína sobre o cérebro se dissipam poucos dias depois de interrompido o consumo.
Com 224 milhões de usuários em todo o mundo, a maconha é a droga ilícita universalmente mais popular. E seu uso vem crescendo — em 2007, a turma do cigarro de seda tinha metade desse tamanho. Cerca de 60% são adolescentes. Quanto mais precoce for o consumo, maior é o risco de comprometimento cerebral. Dos 12 aos 23 anos, o cérebro está em pleno desenvolvimento. Em um processo conhecido como poda neural, o organismo faz uma triagem das conexões que devem ser eliminadas e das que devem ser mantidas para o resto da vida. A ação da maconha nessa fase de reformulação cerebral é caótica. Sinapses que deveriam se fortalecer tornam-se débeis. As que deveriam desaparecer ganham força”.
(…)
Leiam a íntegra da reportagem especial na edição impressa da revista e depois cotejem com tudo o que anda dizendo a turma da descriminação, cujo lobby é tão forte que ganhou até propaganda gratuita na TV aberta, o que é um despropósito.
Para encerrar este post, vejam alguns dados cientificamente colhidos sobre os consumidores regulares de maconha:
– têm duas vezes mais risco de sofrer de depressão;
– têm duas vezes mais risco de desenvolver distúrbio bipolar;
– é 3,5 vezes maior a incidência de esquizofrenia;
– o risco de transtornos de ansiedade é cinco vezes maior;
– 60% dos usuários têm dificuldades com a memória recente;
– 40% têm dificuldades de ler um texto longo;
– 40% não conseguem planejar atividades de maneira eficiente e rápida;
– têm oito pontos a menos nos testes de QI;
– 35% ocupam cargos abaixo de sua capacidade.
E, digo eu,  por tudo isso, 100% deles defendem a descriminação…

PS – O lobby da maconha pode desistir. Este blog tem lado nessa questão e não cede a pressões organizadas. Comentários favoráveis à legalização das drogas não serão publicados. Não percam tempo. 
Por Reinaldo Azevedo


“Um estudo publicado nesta quinta-feira no periódico British Medical Journal concluiu que pessoas que fumam maconha antes de dirigir dobram o risco de provocar acidentes, principalmente colisões graves ou fatais. Os autores do estudo, que foi desenvolvido na Universidade Dalhousie, no Canadá, acreditam que esses resultados possam influenciar em novas abordagens para campanhas contra acidentes no trânsito.”

Estudo britânico aponta que maconha é mais nociva que tabaco

20/06/2012

Tabagismo: Cigarro leva minutos para danificar DNA humano

Os males do cigarro no organismo vão um pouco além dos conhecidos, saiba que além de tudo ele altera o seu DNA.
Tabagismo causa danos genéticos imediatos
É o que as pesquisas concluem sobre o hábito de fumar, pois através da absorção da fumança inicia-se um processo bioqúimico de transformação de nossos genes rapidamente aumentando o risco de câncer a curto prazo.
“Os resultados aqui relatados servem como uma dura advertência àqueles que estão pensando em começar a fumar”, disse a principal autora do estudo, Stephen S. Hecht, do Centro Maçônico do Câncer.

Os causadores do câncer são os HAPs

Nesta pesquisa, os investigadores focaram na classe de causadores de câncer encontrados na fumaça do cigarro, os chamados hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, ou HAPs. Eles são conhecidos por causar danos ao DNA e por isso acredita-se que os mesmos tenham um importante papel na fase inicial do câncer de pulmão.
O que mais chamou a atenção da equipe de pesquisa foi a rapidez do processo causador de câncer, ao transformar-se rapidamente no corpo em uma toxina conhecida, o HAP em questão começou a causar danos ao DNA do fumante entre 15 e 30 minutos depois da inalação da fumaça.

Saiba mais: Ocorre uma desestruturação psíquica no fumante tabagista?

Equipe Comportamento e Saúde.
Fonte:

Tabagismo: O viciado em nicotina acaba desestruturado psíquicamente?

Você se sente um prisioneiro do cigarro? Se sim, saiba que deixar de fumar não é tarefa fácil, mas a dificuldade não está apenas no organismo. Veja.

INCOR analisa o tabagista

Um mais completo estudo sobre tabagismo (estratégias terapêuticas para o tratamento do fumante) e sobre os reais motivos pelos quais ele volta a fumar foi realizado pelo INCOR e depois de concluido destaca quais são os  principais motivos para a volta ao vício, mesmo durante ou após um tratamento para se deixar de fumar.

O viciado em nicotina acaba desestruturado psíquicamente?

O que mais se chama atenção neste estudo é que os únicos motivos destacados pelos pacientes em tratamento que justificam a sua volta ao comportamento de fumar são de ordem psíquica e não de ordem orgânica como seria de se esperar. Dentre todos os motivos destacam-se os seguintes: ansiedade, estresse e  falta de motivação.

Por que se volta a fumar mesmo depois de um tratamento anti-fumo?

Parece que o paciente em tratamento apresenta muita dificuldade em deixar de fumar, o que parece lógico, mas o que chama a atenção é que mesmo depois de meses sem fumar, ele corre um risco altíssimo de por tudo a perder, "Fumar não é apenas um vício orgânico, mas principalmente, um vício psíquico, ou seja, um hábito enraizado muitas vezes já na própria personalidade da pessoa. O ideal é que o tabagista passe também por tratamento psíquico, onde seria desenvolvido um processo de resignificação de sua identidade para impedir o surgimento da ansiedade e das crises de estresse", explica o Dr Sandro Tubini (psicólogo e psicoterapeuta da capital paulista).

Fonte:



19/01/2011

Fumar causa danos genéticos minutos após inalação, diz estudo

Um estudo realizado por cientistas americanos concluiu que a fumaça do cigarro começa a provocar danos genéticos minutos - e não anos - após chegar aos pulmões.
Os pesquisadores envolvidos no estudo de pequeno porte descreveram os resultados como um alerta para pessoas tentadas a começar a fumar.
A pesquisa é a primeira feita em humanos detalhando a forma como certas substâncias presentes no tabaco provocam danos ao DNA associados ao câncer e foi publicada na revista científica Chemical Research in Toxicology
A publicação, cujos artigos são aprovados por cientistas, é uma entre 38 revistas publicadas pela American Chemical Society.
Danos ao DNA
O cientista Stephen S. Hecht e sua equipe comentam no artigo que o câncer de pulmão mata três mil pessoas por dia, a grande maioria delas, em consequência do fumo.
O fumo também está associado a pelo menos 18 outros tipos de câncer.
Há evidências de que substâncias nocivas presentes na fumaça do cigarro, chamadas hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (ou HPAs), seriam responsáveis pelo câncer de pulmão.
Até hoje, no entanto, os cientistas não tinham informações sobre a forma específica como os HPAs presentes na fumaça do cigarro danificavam o DNA humano.
Como parte do estudo, financiado pelo Instituto Nacional do Câncer, os cientistas adicionaram um HPA específico, o fenantreno, a cigarros, e depois monitoraram o progresso da substância nos organismos de 12 voluntários que fumaram os cigarros.
Substâncias tóxicas
Os cientistas dizem ter verificado que o fenantreno rapidamente formou substâncias tóxicas no sangue dos voluntários, provocando mutações que podem causar câncer.
Os fumantes desenvolveram níveis máximos da substância em um intervalo de tempo que surpreendeu os próprios pesquisadores: entre 15 e 30 minutos após os voluntários terminarem de fumar.
Os pesquisadores disseram que o efeito foi tão rápido que foi equivalente a injetar a substância diretamente na corrente sanguínea.
"Este estudo é único", escreveu Hecht, um renomado especialista em substâncias causadoras do câncer encontradas na fumaça do cigarro e no tabaco sem fumaça.
"Ele é o primeiro a investigar o metabolismo humano de um HPA adquirido por meio de inalação de fumaça de cigarro, sem interferência de outras fontes de exposição como a poluição do ar ou a dieta.
"Os resultados relatados aqui devem servir como um aviso aos que consideram começar a fumar."
Fonte: