O Projeto Piloto aqui apresentado objetiva despertar nos pais o interesse na criação de Associações, em seus Condomínios, que incentivem a solidariedade, o afeto e a valorização das crianças e adolescentes para mantê-los longe das drogas, da violência e de outras ameaças à sua integridade. Cuidar de nossas crianças e adolescentes significa abrir espaços de ação criativa e transformadora da realidade social, pois eles são o futuro do Brasil, do Mundo! Cuidar de nossos idosos é cuidar de uma parte de nós mesmos.
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16/03/2014
Como criar crianças felizes e saudáveis com ajuda da ciência
Todos queremos criar filhos felizes e saudáveis, mas às vezes é mais difícil do que parece. Será que a ciência pode ajudar?
De fato, existem vários estudos que analisaram o que realmente afeta a felicidade e o bem-estar infantil. A maioria não descobriu nada de surpreendente – crianças que se sentem rejeitadas por seus pais são mais propensas a ter problemas emocionais, por exemplo -, mas outros podem nos mostrar caminhos que não tínhamos considerado antes. [Happify]
Amor e cuidado – da mãe e principalmente do pai
Crianças com mães que são atenciosas e carinhosas têm cérebros maiores. Um estudo descobriu que esses filhos têm um hipocampo (parte do cérebro que lida com estresse e memória) 10% maior quando chegam a idade pré-escolar.
Outro estudo descobriu que se sentir amado pelo pai é mais importantepara o bem-estar, a felicidade e a satisfação com a vida da criança do que pela mãe.
CUIDADO: crianças que se sentem rejeitadas ou não amadas por seus pais são mais propensas a ser hostis, agressivas e emocionalmente instáveis.
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04/11/2012
Mulheres mentem para parecerem mães perfeitas, diz estudo
A pressão para ser uma mãe perfeita força mais da metade das mulheres a mentir sobre seus cuidados maternos para parecerem mães melhores do que seus pares. O website BabyCentre descobriu que 53% das mães preferem criar histórias sobre suas experiências maternas do que admitir que nem sempre tomam a atitude correta. O site entrevistou 1 mil britânicas, com o objetivo de desvendar os mitos da parentalidade. As informações são do Daily Mail.
O estudo concluiu que as mulheres não só mentem para outras mulheres, como também para os parceiros para se colocarem em uma posição de mãe superior. Um em cada três entrevistadas confessou não ser totalmente sincera com a pediatra e cerca de 71% disseram que mentem para os filhos para tornar o dia mais fácil.
A maioria das mães, nove em cada 10 entrevistadas, confessou usar a TV para manter a criança quieta. Um terço confessou deixar de contar a história para o filho antes de ele dormir e deixá-lo assistir um programa de TV, enquanto um quinto disse que, de vez em quando, substituem um jantar saudável do filho por chocolates e outros doces.
A responsável pela pesquisa, Sasha Miller, acredita que a pressão sobre as mulheres impede que elas sejam verdadeiras sobre os desafios de ser mãe. "Lutamos todos contra o tempo, eu não acho que as mães devem se sentir mal em admitir certos deslizes", disse ela. O que mais surpreendeu a pesquisadora foi como as mães tentam manter as aparências frente a outras mulheres.
O estudo ainda apurou que dois quintos das mulheres já sentiram antipatia pelo próprio filho e fazem comparação da criança com filhos de outras mulheres.Três quartos das entrevistadas afirmaram sentir alívio por ter que trabalhar após o fim de semana.
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14/07/2012
Filhos no Crack: Sob o Olhar de Mães
Escrito por Simone Adriana Vasconcelos Sobral e Monica Silva Silveira |
1. Introdução
O consumo de substâncias psicoativas, lícitas e ilícitas, é um dos mais preocupantes problemas de saúde pública no mundo. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima em até 270 milhões os usuários de drogas ilegais. Desse total, pouco menos de 10% podem ser classificados como dependentes ou “usuários de drogas problemáticos” e calcula-se que até 263 mil deles, principalmente jovens, morram anualmente, a metade por overdose (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2011).No Brasil, a gravidade aumenta quando se trata do tratamento dos usuários de crack pois o país não se preparou para tratar os dependentes desta droga. Além das dificuldades inerentes ao atendimento médico e psicológico aos usuários, a rede de tratamento é pequena, precária e com profissionais pouco qualificados. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), um país deve ter leitos para saúde mental suficientes para internar 0,5% de sua população, o que no Brasil, seriam 950 mil leitos. Todavia, o país tem cerca de 32,7 mil. Tal situação é decorrente da situação migratório, em que o país se encontra, ou seja, desde 2002, de um modelo baseado na internação para outro voltado para atendimento ambulatorial (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2011).
As dificuldades do tratamento são intensificadas muitas vezes pela falta de apoio de famílias desarticuladas, soma-se um sistema púbico de saúde particularmente desaparelhado para tratar a dependência química.
Os aspectos descritos acima levaram ao seguinte questionamento: qual o cotidiano das mães cujos filhos são dependentes do crack? Baseando-se nos questionamentos descritos e compreendendo a necessidade de uma investigação acerca do uso do crack e as repercussões nas relações familiares, busca-se analisar esse uso sob o olhar de mães.
São objetivos específicos deste estudo: identificar as mudanças na dinâmica familiar a partir do enfrentamento das drogas; analisar as mudanças que ocorreram na dinâmica familiar de mães cujo(s) filho(s) é(são) usuário(s) de crack; verificar como as mães lidam com as situações geradas pelo filho, usuário de crack; identificar as esferas física, psíquica e social das mães pesquisadas, abordando suas perspectivas para com os filhos.
Fonte: Filhos no Crack Sob o Olhar de Mães - Saúde Mental - Psicopatologia - Psicologado Artigos http://artigos.psicologado.com/psicopatologia/saude-mental/filhos-no-crack-sob-o-olhar-de-maes#ixzz20cMnCDP4
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29/03/2012
Os pais envelhecem
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Educação X Reflexão: leitura importante para pais e professores
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23/01/2012
Casamento Contemporâneo: a escolha de casais em não ter filhos
Escrito por Janaina Fatima Rowe
Publicado em 22 de Janeiro 2012
O casamento contemporâneo não tem a finalidade exclusiva de procriação. Tal fato foi possível em decorrência das transformações ocorridas na sociedade. Nesta pesquisa foram realizadas entrevistas com seis casais sem filhos por opção, a fim de investigar quais são as motivações de casais heterossexuais pela escolha em não ter filhos. Para a análise dos dados e a divisão das categorias foi utilizada à técnica de análise de conteúdo. Os resultados indicam que a principal motivação dos casais permanecerem sem filhos foi pela difícil tarefa de educar as crianças na atualidade. Quanto à carreira profissional da mulher, ficou evidente que elas estão se dedicando a profissão, podendo atualmente ser produtora ao invés de reprodutora com as outras possibilidades que lhes são oferecidas além da maternidade. Palavras-chave: Casamento contemporâneo; Casal Sem filhos; Opção.
1. Introdução
Este estudo teve por objetivo investigar os motivos de casais heterossexuais pela escolha em não ter filhos, como também caracterizar o casamento contemporâneo, além disso, constatar se a carreira profissional da mulher está envolvida com a escolha em não ter filhos e verificar se o casal sofre críticas pela sua opção.
Devido aos movimentos feministas, a mulher alcançou igualdade política e social em relação aos homens, e a criação da pílula anticoncepcional proporcionou à mulher a possibilidade de escolha de ter ou não ter filhos. Porém a mulher contemporânea acaba exercendo múltiplas tarefas, a de profissional, a de dona-de-casa dentre outros. Estas conquistas por um lado lhe trouxeram opções de escolhas, mas trouxeram uma exigência em obter perfeição em todos os seus papéis, havendo cobrança de alto desempenho, onde não é possível ser somente mulher, mas é preciso ser uma super mulher. Portanto, a mulher contemporânea, em suas conquistas sócio-políticas, acabou adquirindo uma nova maneira de pensar e agir (BARBIERI, 2008).
05/10/2011
Meu filho, você não merece nada
A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada
Eliane Brum
Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.
Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.
Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.
Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.
Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.
É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?
Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.
Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.
Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.
12/07/2011
Simplesmente Amor
“O amor é vital para nossas vidas como o ar, e é notoriamente reconhecido que sem amor a criatura não sobrevive conquanto o amor equilibra e traz a paz de espírito quando é necessário.”
“Por que você me ama? Porque você permitiu. Essa frase remete ao mais simples mecanismo de reciprocidade e lealdade, se um pergunta ao outro a razão de seu sentimento de amor em direção a ele, a resposta só poderia ser essa. A razão do sentimento de amor em direção à outra pessoa recaí na própria pessoa amada, que em seus gestos, palavras, pensamentos e ações conferiu permissão a que a outra pessoa ou ser - podendo até ser um animal de estimação - o dedicasse aquele sentimento de amor.”
Recebi o vídeo abaixo em mensagem da Irene Oliveira.
O sonho do garoto era realizar uma prova de triatlo. Mas, por conta de sua deficiência, era impossível fazer isso sozinho. Seu pai, porém, não titubeou para atender ao desejo do filho, que transformou em realidade.
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28/03/2011
Quando os filhos nos levam à loucura!
Briga entre irmãos: que partido tomar?
Que as constantes brigas entre irmãos acabam com o bom humor de pais e mães cansados de tentar estabelecer a paz doméstica todo mundo sabe.
Mas, atenção, o clima pode ficar bem pior e trazer consequências desastrosas para o futuro das crianças se os pais não souberem que lado tomar no momento das discussões.
Tomar partido em relação a um dos filhos ou simplesmente castigar todos os envolvidos sem ao menos saber o motivo do impasse não colocará um ponto final nas brigas. Segundo a psicóloga familiar e co-autora do livro “Seja Feliz, Meu Filho”, Natércia Tiba, os atritos são inevitáveis e os pais devem exigir limites, aproveitando a ocorrência dos conflitos para ensinar valores.
“Dentro da família, os filhos brigam como se treinassem para o relacionamento com a sociedade. Brigam devido ao sentimento de competição e até inveja. Os pais não têm como evitar, mas devem impor limites, como não deixar as crianças se baterem ou xingarem”.
Continue lendo em:
http://www.melhoramiga.com.br/2009/11/briga-entre-irmaos-que-partido-tomar/A visualização do vídeo abaixo é muito interessante, pois podemos observar os erros cometidos na educação dos filhos. Para educar nossos filhos, precisamos nos educar primeiro.
Confira este vídeo do MSN: Supernanny T1 - Ep. 4
Vídeo completo, em português.
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Estes, estão em inglês.
Supernanny - A Família Weston 08/02
28/02/2011
A dissolução da sociedade conjugal e a psicanálise
Por Cláudia Mara de Almeida Rabelo Viegas
![]() |
| Antigamente, o casamento durava "até que a morte separe" |
Os casamentos e os relacionamentos em geral já não são mais tão duradouros. Este fenômeno teve início a partir do período Pós-Guerra, com o fim das categorias universalizantes, com a queda do sentido da tradição e também com a desconstrução dos paradigmas da modernidade, tudo isso, levou aos casamentos e as outras formas de família a se dissolverem com maior facilidade moral e jurídica.
A busca da felicidade e a família fundada na afetividade são os fundamentos que passam ser considerados em todos os relacionamentos, não há mais porque permanecer numa relação que traga mais conflitos que alegrias.
As características da contemporaneidade, dentre elas ressalta-se a instantaneidade, a ambivalência, a fluidez e precariedade nas relações, a fragmentação, o individualismo e o consumismo, muito contribuíram para o enfraquecimento dos laços familiares.
Neste artigo procura-se compreender como as pessoas lidam com o fim da sociedade conjugal, e a interligação do direito e a psicanálise neste processo, que abrange o antes, ou seja, a possibilidade de rompimento, o durante e o depois desse rompimento.
(...)
"Separar deixou de ser uma catástrofe", diz o psicanalista paulista Leopold Nosek. "As relações ficaram mais transparentes e todos têm muito a ganhar." Alguns estudos apontam até vantagens nessas mudanças. Em muitos casos, filhos de pais separados tendem a desenvolver relações sociais mais ricas e criativas.
(...)
4 – A DISSOLUÇÃO DA SOCIEDADE CONJUGAL E A GUARDA DOS FILHOS
Antigamente, era fácil entender o desenho de uma família. Nele cabiam pai, mãe e filhos, avós, tios, sobrinhos, primos e primas. Eram relações de parentesco que se estabeleciam uma única vez e perdurava a vida toda.
A mudança nesse padrão tem resultado em novos e surpreendentes quebra-cabeças familiares. Filhos de pais que se separam, e voltam a se casar, vão colecionando uma notável rede de meios-irmãos, meias-irmãs, avós, tios e tias adotivos. O novo organograma do grupo familiar, que os psicólogos chamam de família-mosaico, é um fenômeno mundial.
A criança na maioria das situações se encontra dividida sem saber de que lado fica, e esta quase nunca é ouvida pelos interessados na guarda.
Leia o artigo completo em:
http://jus.uol.com.br/revista/texto/18575/a-dissolucao-da-sociedade-conjugal-e-a-psicanalise-----------------------------
23/01/2011
Uma Campanha publicitária nota 10
(Esta é a campanha publicitária do Citibank espalhada
pela cidade de São Paulo através de Outdoors).
'Crie filhos em vez de herdeiros.
'Crie filhos em vez de herdeiros.
Dinheiro só chama dinheiro, não chama para
um cineminha, nem para tomar um sorvete.
Não deixe que o trabalho sobre sua mesa
tampe a vista da janela.
Não é justo fazer declarações anuais ao
Fisco e nenhuma para quem você ama.
Para cada almoço de negócios,
faça um jantar à luz de velas.
Por que as semanas demoram tanto
e os anos passam tão rapidinho?
Quantas reuniões foram mesmo esta semana?
Reúna os amigos.
Você pode dar uma festa sem dinheiro.
Mas não sem amigos.
Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça,
vírgulas significam pausas.
(e, em seguida a esse Outdoor na Marginal
Pinheiros, tinha um outro dizendo):
... e quem sabe assim você seja promovido
a melhor pai do mundo!)'
***
E para terminar, poderíamos acrescentar:
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz.
Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço."
* Capturado da Web
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