O Projeto Piloto aqui apresentado objetiva despertar nos pais o interesse na criação de Associações, em seus Condomínios, que incentivem a solidariedade, o afeto e a valorização das crianças e adolescentes para mantê-los longe das drogas, da violência e de outras ameaças à sua integridade. Cuidar de nossas crianças e adolescentes significa abrir espaços de ação criativa e transformadora da realidade social, pois eles são o futuro do Brasil, do Mundo! Cuidar de nossos idosos é cuidar de uma parte de nós mesmos.
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15/12/2012

Médicos defendem transplante fecal contra superbactéria

A ideia pode fazer virar o estômago de muita gente, mas o transplante de bolo fecal de uma pessoa para outra pode ajudar a salvar vidas.
Alguns médicos estão usando o procedimento para ajudar a repovoar intestinos com bactérias benéficas, que podem desaparecer após algumas enfermidades.
Essas bactérias benéficas ajudam a flora intestinal a combater infecções como as causadas pela suberbactéria Clostridium difficile, altamente resistente a antibióticos.
Alisdair MacConnachie, que acredita ser o único médico na Grã-Bretanha a fazer esse tipo de transplante, diz que a eficácia do tratamento é comprovada, mas que ele deve ser usado apenas como último recurso.
A lógica é simples. A infecção por C.difficile pode ser provocada pelo uso de antibióticos, que matam bactérias no intestino. Isso dá às bactérias C.difficile sobreviventes espaço para se reproduzir amplamente e produzir grandes quantidades de toxinas que podem levar à diarreia e provocar a morte.
A solução mais óbvia, a ingestão de mais antibióticos, nem sempre funciona e alguns pacientes desenvolvem infecções crônicas.
A teoria é que ao adicionar mais bactérias ao intestino, elas competirão com a C.difficile e controlarão a infecção.
Tubo pelo nariz
MacConnachie, do Gratnavel General Hospital, de Glasgow, já realizou mais de 20 operações desse tipo desde 2003.
"Somente um dos pacientes que eu tratei não conseguiu se livrar da C.difficile", disse.
Se os tratamentos normais não funcionam, o paciente recebe antibióticos até a noite antes da operação, quando os remédios são trocados por outros para controlar a acidez do estômago.
Na manhã da operação, o doador vai ao hospital e produz uma amostra.
Normalmente, um parente é usado, preferencialmente alguém que vive com o paciente, porque viver no mesmo ambiente e comer a mesma comida significa que é mais provável que eles tenham bactérias da flora intestinal semelhantes.