O Projeto Piloto aqui apresentado objetiva despertar nos pais o interesse na criação de Associações, em seus Condomínios, que incentivem a solidariedade, o afeto e a valorização das crianças e adolescentes para mantê-los longe das drogas, da violência e de outras ameaças à sua integridade. Cuidar de nossas crianças e adolescentes significa abrir espaços de ação criativa e transformadora da realidade social, pois eles são o futuro do Brasil, do Mundo! Cuidar de nossos idosos é cuidar de uma parte de nós mesmos.
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13/08/2014

Ursinho emite mensagens para crianças com câncer


Hospital desenvolve ursinho que emite mensagens de parentes e amigos queridos às crianças em tratamento contra o câncer

Do que você mais sente falta aqui? 

Essa foi a pergunta feita às crianças isoladas em fase de tratamento contra o câncer no Hospital Amaral Carvalho de São Paulo.

As respostas passearam entre – pai, mãe, irmão, tio, avô, professores, colegas de escola, mas todas relacionadas à presença de pessoas especiais que faziam parte do convívio das crianças e hoje essa possibilidade não mais existe, devido ao tratamento contra o câncer.

Durante o tratamento, as crianças recebem quimioterapia e outros medicamentos fortes. Logo existe a necessidade de isolamento para evitar que a baixa imunidade atrapalhe o desempenho do tratamento. Elas recebem visitas, porém todas são controladas, só pode entrar um por vez e com tempo limitado.

Foi então que os médicos do setor de pediatria do hospital se viram motivados em encontrar uma solução que trouxesse mais conforto e alegria para essas crianças. Eles trabalharam durante meses em busca de alguma ideia, receberam inúmeras sugestões e muito apoio.

Eis que um brinquedo foi apresentado, o ursinho Elo. Ele emite mensagens de voz deixadas às crianças pelo celular, viaWhatsApp, pelos seus parentes, amigos e etc.

O resultado, ainda está em fase de avaliação, mas as crianças já aprovaram. Elo já foi adotado e tornou-se o mais novo e grande companheiro dessas crianças.

Basta que a criança aperte um botão que fica na mão do ursinho quantas vezes quiser, e ela ouvirá um recadinho de alguém especial. O dispositivo acoplado no brinquedo pode armazenar várias mensagens, dependo do tamanho do arquivo.




Fonte:

10/10/2013

Gametas congelados e a fertilidade após quimioterapia


imagem da web

“Antes do tratamento, o paciente pode congelar seus gametas para que sejam utilizados no futuro e, dessa forma, preservar sua fertilidade. Contudo, muitos médicos não informam corretamente sobre os efeitos da quimioterapia na fertilidade e não apresentam essa possibilidade.”

Gravidez após o câncer: doação de gametas é alternativa

Um dos efeitos colaterais dos tratamentos contra o câncer, como quimioterapia e radioterapia, é a infertilidade. Homens e mulheres que foram acometidos pela doença e não puderam preservar suas funções reprodutivas têm na doação de gametas uma alternativa para a realização do sonho de ter um filho.
O nascimento de filhos biológicos após o tratamento oncológico é difícil, mas não é impossível. “Procedimentos como a quimioterapia e a radioterapia são gonadotóxicos e, a depender da intensidade e frequência com que são administrados, debilitam totalmente as funções das glândulas reprodutivas tanto em homens como mulheres”, afirma o médico especialista em preservação da fertilidade em pacientes oncológicos do Grupo Huntington, Mauricio Chehin.

Banco de gametas

Antes do tratamento, o paciente pode congelar seus gametas para que sejam utilizados no futuro e, dessa forma, preservar sua fertilidade. Contudo, muitos médicos não informam corretamente sobre os efeitos da quimioterapia na fertilidade e não apresentam essa possibilidade.

Para avaliar as condições reprodutivas após o tratamento, os homens devem passar pelo espermograma e as mulheres pelo teste de hormônio anti-muleriano. Se for comprovada a ausência ou má qualidade dos gametas, o casal pode recorrer à doação de gametas.

Doação de gametas

Para a doação de espermatozoides, existe um banco de sêmen cujos doadores anônimos forneceram seu material genético voluntariamente. O casal escolhe baseando-se nas características do doador, como a tipagem sanguínea, cor da pele, dos olhos e cabelos. O procedimento é legal e 100% seguro, com um rígido controle de doenças.

A doação de óvulos funciona de forma semelhante: uma doadora anônima cede os óvulos que serão fecundados com os espermatozoides do marido da receptora. A fertilização acontece em laboratório e, se for bem sucedida, o zigoto formato é transferido para o útero da recepto, que recebe hormônios simples para preparar o endométrio para a gestação.


Leia também:

04/07/2012

O direito dos pacientes com câncer ao exame PET CT

Claudio Ribeiro Santana

(...)

Imagem da Web
Atualmente, a prática forense tem demonstrado que alguns pacientes com câncer tem enfrentado problemas, no que tange a autorização pelos Planos de Saúde para realização do denominado Exame PET CT, o qual de maneira sintética pode ser conceituado como:

 “O PET-CT propicia diagnósticos e a identificação do estágio do câncer de forma mais segura. Ele também define melhor alterações após a terapêutica em relação aos exames convencionais, indicando se são alterações benignas residuais ou persistência do tumor”.

Nesse sentido, algumas empresas de Planos de Saúde tem negado a autorização para realização do Exame PET CT sob o argumento de que o contrato do paciente não contemplaria a realização do referido exame, ou seja, seriam contratos com menor cobertura contratual.
E, as negativas da autorização do Exame PET CT tem ocorrido mesmo em casos para os quais há pedido expresso de médico oncologista relatando a necessidade e urgência do exame, e, inclusive, em casos onde o câncer já estaria se espalhando por outros órgãos ou haveriam alterações de marcadores tumorais.
Ocorre, porém, que os contratos de plano de saúde devem ser analisados também sob a ótica do Código de Defesa do Consumidor, razão por que os limites e condições de cobertura devem ser vistos com maior amplitude, mormente em se tratando de contrato de adesão, em que o consumidor normalmente não tem como discutir as cláusulas ali existentes:

“A relação jurídica decorrente de contrato de plano de saúde submete-se às normas protetivas do Código de Defesa do Consumidor, pois configura relação de consumo.”

Ademais, pouco importa a forma assumida pela empresa na prestação dos serviços de saúde aos seus clientes, pois o que se releva em contratos desta natureza é o perfeito enquadramento do cliente como consumidor (artigo 2º do CDC[ii]) e da operadora de plano de saúde como fornecedora de serviços (artigo 3º do CDC[iii]). Nesse sentido, insta registrar trecho do voto proferido pelo eminente Ministro Aldir Passarinho Júnior:
“(...) tanto faz se os fornecedores dos serviços de cobertura médico-hospitalar são sociedades comerciais, cooperativas ou associações, importa, sim, o objeto que é oferecido, mediante remuneração, aos participantes e, que, na espécie dos autos, é comum a qualquer delas, daí porque protegidos os associados pela Lei 8.078/1990.”[iv]

Nesse diapasão, deve-se sobrelevar os princípios basilares da sociedade política brasileira, insculpidos em sua magna carta de 1988, quais sejam: a dignidade da pessoa humana, a vida e a saúde, mesmo que em detrimento de eventuais direitos patrimoniais.
Desta forma, e havendo pedido médico expressando a gravidade do quadro de saúde do paciente, bem como, a necessidade de realização do exame PET CT, não pode a empresa responsável pelo Plano de Saúde negar a autorização para o referido exame, pois é ponto pacífico na jurisprudência que incumbe ao médico determinar o tratamento adequado a determinada doença:

Pode até o plano de saúde estabelecer quais as doenças estão por ele cobertas, porém não qual dos tipos de tratamento está alcançado para a respectiva cura. (...) O empeço a que o consumidor receba o tratamento mais moderno no momento em que se instala a doença coberta revela abusividade da cláusula impeditiva que põe em risco a vida do consumidor.”[v]

Assim, se há manifestação expressa do médico que cuida do paciente quando a necessidade de realização do exame PET CT, não é dada a empresa de Plano de Saúde a faculdade de, sob eventual argumento de não cobertura do tipo de exame prescrito, deixar de fornecê-lo ao paciente, sendo que inúmeras decisões tem respaldado este direito dos pacientes com câncer:
“O plano de saúde pode estabelecer quais doenças são cobertas, mas não que tipo de tratamento está alcançado para a respectiva cura.”[vi]
“Ao contratar um plano de saúde, o segurado tem a expectativa de que será prontamente atendido, independentemente da espécie de procedimento sugerido pelo seu médico. Assim, qualquer obstáculo ao tratamento prescrito pelo médico do segurado viola a função social do contrato e o coloca em desvantagem perante o plano de saúde. O objetivo contratual da assistência médica comunica-se necessariamente, com a obrigação de restabelecer ou procurar restabelecer, através dos meios técnicos possíveis, a saúde do paciente. Se a patologia do autor está coberta pelo plano, a ré deve cobrir o tratamento indicado pelo seu médico, mesmo que seja mais oneroso à seguradora.”[vii]


E, no mesmo sentido é o posicionamento do Superior Tribunal de Justiça acerca da matéria:
“Seguro saúde. Cobertura. Câncer de pulmão. Tratamento com quimioterapia. Cláusula abusiva. O plano de saúde pode estabelecer quais doenças estão sendo cobertas, mas não que tipo de tratamento está alcançado para a respectiva cura. Se a patologia está coberta, no caso, o câncer, é inviável vedar a quimioterapia pelo simples fato de ser esta uma das alternativas possíveis para a cura da doença. A abusividade da cláusula reside exatamente nesse preciso aspecto, qual seja, não pode o paciente, em razão de cláusula limitativa, ser impedido de receber tratamento com o método mais moderno disponível no momento em que instalada a doença coberta. Recurso especial conhecido e provido.”[viii]
Ainda, a recusa injustificada ou fora da razoabilidade das empresas de Plano de Saúde na autorização para tratamento e/ou realização de exames, constitui fato causador de danos morais para o paciente, considerando-se que estes fatos geralmente ocorrem quando o paciente se encontra numa situação de saúde extremamente difícil e com eventual risco de morte:
“Agravo regimental. Recurso especial não admitido. Seguro saúde. Recusa em custear o tratamento de segurado regularmente contratado. Suspeita de câncer. Dano moral. 1. A recusa em arcar com os encargos do tratamento da agravada, com suspeita de câncer, já definida nas instâncias ordinárias como indenizável por danos morais, constitui fato relevante, principalmente por ocorrer no momento em que a segurada necessitava do devido respaldo econômico e de tranqüilidade para realização de cirurgia e posterior recuperação. A conduta do agravante obrigou a recorrida a procurar outra seguradora, o que atrasou seu tratamento em aproximadamente 06 (seis) meses. Somente o fato de recusar indevidamente a cobertura pleiteada, em momento tão difícil para a segurada, já justifica o valor arbitrado, presentes a aflição e o sofrimento psicológico. 2. Agravo regimental desprovido”[ix]
“Recusado atendimento pela seguradora de saúde em decorrência de cláusulas abusivas, quando o segurado encontrava-se em situação de urgência e extrema necessidade de cuidados médicos, é nítida a caracterização do dano moral”
“A negativa de cobertura de internação de emergência gera a obrigação de indenizar o dano moral daí resultante, considerando a severa repercussão na esfera íntima do paciente, já frágil pela patologia aguda que o acometeu”[xi]


Desta forma, resta demonstrado que eventuais recusas por empresas de Plano de Saúde da autorização a pacientes com câncer para realização do exame PET CT, quando o pedido for fundado em laudo médico demonstrando a urgência e necessidade do exame, se mostram injustas e ilegais, podendo se buscar o direito do paciente na justiça, inclusive, com pedido de indenização por danos morais.

Fonte:

 Leia:


11/03/2012

Coca-Cola e Pepsi estão mudando as receitas das bebidas vendidas nos EUA

Coca-Cola e Pepsi estão mudando as receitas das bebidas vendidas nos EUA para não serem obrigados a colocar uma etiqueta de advertência sobre risco de câncer em suas embalagens, para cumprir as leis da Califórnia. As informações são da BBC.
A nova fórmula tem menos 4-metilimidazol, também conhecida como corante de caramelo, uma substância química que a Califórnia adicionou na lista de agentes cancerígenos. A mudança para a receita já foi introduzida na região.
As empresas dizem que a implantação da nova receita em todo os EUA faz com que as bebidas se tornem mais eficientes para a fabricação.
"Embora acreditemos que não há risco para a saúde pública que justifique qualquer alteração, pedimos essa alteração aos nossos fornecedores de caramelo. Desta forma nossos produtos não estão sujeitos à exigência de um aviso cientificamente infundado", disse a representante da Coca-Cola Diana Garza-Ciarlante à Associated Press.
De acordo com um estudo, o produto químico foi associado a casos de cancro, mas não há nenhuma evidência de que ele coloca risco para a saúde de seres humanos.
A US Food and Drug Administration afirma que uma pessoa precisaria beber mais de mil latas de Coca-Cola ou Pepsi por dia para ingerir a mesma dose do produto químico que foi dado aos animais durante os testes de laboratório.
Coca-Cola e PepsiCo dominam quase 90% do mercado de bebida gaseificada, de acordo com a Beverage Digest.
 Fonte:
http://www.fatimanews.com.br/noticias/coca-cola-e-pepsi-alteram-receita-para-evitar-o-rotulo-sobre-cancer_131022/


Coca cola zero é proibida nos Estados Únidos:



06/03/2012

Idoso adianta recebimento de precatórios


Enviado por jornaldajustica em 21/03/2011

Um ex-empregado do estado do Rio Grande do Sul, de 82 anos de idade e portador de câncer de próstata, conseguiu quebrar a ordem cronológica de apresentação de precatórios e vai ganhar mais de 97 mil reais. Ele não tinha como pagar o tratamento a que tinha direito, desde que ganhou ação trabalhista em 1995. A decisão inédita foi tomada pelo Tribunal Superior do Trabalho.

31/10/2011

Pobres morrem mais pelo câncer que os ricos. Eles ficam na espera pelo atendimento que não vem

“Na auditoria foram observadas carências estruturais na rede, acarretando dificuldade de acesso aos seus serviços de diagnóstico e tratamento da doença por parte dos pacientes com câncer.” 

“A defasagem acarreta insuficiência na prestação de serviços radioterápicos. ‘A quantidade de procedimentos desse tipo realizada em 2010 correspondeu a apenas 65,9% da necessidade estimada para o período’.” 



TCU critica política do governo para tratar câncer
AE - Agência Estado
Alguns doentes vão para o hospital
apenas para morrer
O Tribunal de Contas da União (TCU) divulgou hoje a conclusão de uma auditoria com críticas à Política Nacional de Atenção Oncológica do Ministério da Saúde.
Na auditoria foram observadas carências estruturais na rede, acarretando dificuldade de acesso aos seus serviços de diagnóstico e tratamento da doença por parte dos pacientes com câncer.
Segundo o TCU, levantamento demonstrou a necessidade, em todo o território nacional, de 375 estabelecimentos dedicados ao tratamento. "No entanto, na mesma época, havia apenas 264 estabelecimentos habilitados para atuarem na atenção oncológica". De acordo com o relatório, "em termos de capacidade instalada, a rede demonstrava um déficit de 135 unidades de atendimento de radioterapia, 44 de cirurgia e 39 de quimioterapia".
O ministro relator, José Jorge, afirmou que no que toca aos equipamentos de radioterapia, "mesmo que fossem considerados como integrantes da rede aqueles existentes em instituições privadas que não prestam serviços para o SUS", o déficit ainda permaneceria na ordem de 57 unidades.
Na conclusão, o ministro diz que essa defasagem acarreta insuficiência na prestação de serviços radioterápicos. "A quantidade de procedimentos desse tipo realizada em 2010 correspondeu a apenas 65,9% da necessidade estimada para o período". Para Jorge, mais preocupante é o fato de que a produção de cirurgias oncológicas, em 2010, respondeu por apenas 46,8% da demanda estimada para o SUS.
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Fonte:


18/03/2011

Uso de sutiã não provoca câncer de mama como divulgado

A divulgação, via Internet, de que o uso do sutiã pode provocar câncer de mama tem gerado uma certa ansiedade entre as mulheres. Muitas delas procuram pelo hospital para obter mais informações.
Veja como está sendo  divulgado:





O certo é que não existem estudos conclusivos de que o uso do sutiã  provoca câncer de mama.

Um estudo epidemiológico realizado cientificamente investigou uma possível  ligação entre o uso de sutiã e câncer de mama. Este estudo sugere que o câncer de mama pode ser menos comum entre mulheres que não usam sutiãs do que entre os portadores de sutiã. No entanto, o risco de câncer de mama nos dois grupos não foi significativamente diferente, de acordo com o padrão de critérios estatísticos, e os próprios investigadores manifestaram a sua incerteza sobre essa correlação.
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Seguem os esclarecimentos do coordenador de ensino da área de Mastologia do Centro de Estudos do IBCC, dr. Eduardo Carneiro de Lyra.
"Não há nenhum estudo científico que comprove a relação entre o surgimento do câncer de mama e o uso do sutiã. Em cerca de 90% dos casos, o câncer é provocado por fatores genéticos herdados e por substâncias contidas nas células dos tecidos dos órgãos, ou seja, na própria pessoa. Mas causas externas também podem agir e levar ao câncer, como o excesso de exposição ao Sol e a alguns tipos de agentes químicos, o tabagismo, a alimentação inadequada (pobre em fibras e rica em gorduras), o consumo de álcool, a obesidade e o sedentarismo", orienta o médico, que complementa: "No caso do tumor de mama, especificamente, a menarca em idade precoce (antes dos 12 anos) e menopausa tardia (após os 50 anos), o primeiro filho depois dos 30 anos e a reposição hormonal também podem contribuir para o desenvolvimento da doença".
Lyra diz que o sutiã nada tem a ver com o tumor da mama, mas dá algumas dicas para que as mulheres sintam-se mais confortáveis ao usar suas peças íntimas e evitem lesões na pele: o sutiã deve ser de tecido natural (algodão ou linho) e não deve ter elástico, arames de sustentação e renda de tecido sintético. O conforto também está ligado ao fato de a peça não ser apertada, para não prejudicar a drenagem linfática e, assim, evitar que as mamas fiquem inchadas durante o decorrer do dia.
"Dormir de sutiã também não provoca nenhum tipo de doença nas mamas. Mas as mulheres devem entender que o sono está intimamente ligado à qualidade de vida e, quanto mais confortável for a roupa de dormir, melhor será a noite de sono", enfatiza o médico.

TUDO O QUE VOCÊ GOSTARIA DE SABER SOBRE O CÂNCER DE MAMA E NUNCA TEVE CORAGEM DE PERGUNTAR
As informações contidas nesta página são orientações gerais. Elas nunca devem substituir as especificações feitas pelo médico para o seu caso
1 - O que causa o câncer de mama?
Ainda não temos conhecimento de todos os fatores que causam o câncer de mama; por este motivo, as estratégias atuais de tratamento dessa doença visam à sua erradicação cirúrgica em uma fase inicial de desenvolvimento. Alguns fatores, chamados prognósticos, estão envolvidos com a maior probabilidade do desenvolvimento desse tipo de câncer, por exemplo: idade acima de 40 anos, primeira gravidez e menopausa tardias, primeira menstruação precoce, antecedente pessoal de câncer, antecedentes familiares de primeiro grau (mãe, irmã e filha) de câncer de mama.
2 - Como se detecta o câncer de mama?
O único método que permite o diagnóstico precoce do câncer de mama é o exame mamográfico. Por meio desse método, podemos identificar tumores mamários, mesmo antes de serem detectáveis clinicamente. Embora o exame mamográfico seja o melhor método para detectar precocemente a doença, ele pode não evidenciar um câncer presente, particularmente se as mamas forem densas, ou poderá demonstrar áreas suspeitas que podem não corresponder ao câncer. Nesses casos, para melhorar a acuidade diagnóstica, pode-se associar outros exames, como a ultra-sonografia, a ressonância magnética e as punções percutâneas, que melhoram as chances diagnósticas pré-terapêuticas
Toda mulher deve realizar mensalmente o auto-exame. Aquelas que menstruam devem fazê-lo na semana seguinte ao término da menstruação, enquanto as menopáusicas o farão em uma data determinada de cada mês. Esse procedimento é muito importante, não para se obter o diagnóstico precoce, mas para a conscientização do problema e para que a paciente perceba mais precocemente eventuais alterações existentes em sua mama e possa esclarecê-las com o mastologista.
Continue lendo em:

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04/02/2011

Sol: fonte de vida também traz a morte

O sol, indispensável para a manutenção de vida na Terra,
pode produzir  queimaduras na pele e  ameaçar a vida humana,
pois é a  causa de muitos tipos de câncer.
A luz solar é a fonte de irradiação que nos envolve. Ela é constituída por radiação de comprimentos de ondas diversas, que constituem o chamado eletromagnético, sendo parte da luz visível e luz infravermelha e parte invisível, raios ultravioletas.
Aproveite o verão
com cuidado
A radiação na faixa ultravioleta se divide em raios do tipo A (UVA) do tipo B (UVB) e do tipo C (UVC). Para que você entenda o mecanismo pelo qual o sol pode ou não agredir a sua pele é preciso que você conheça um pouco mais sobre os raios solares e suas propriedades:     
- UVA: Maior parte do espectro da radiação ultravioleta. São os mais longos e atingem áreas mais profundas da pele. Produzem alterações que levam a manchas, ao fotoenvelhecimento e ao câncer. Mantêm sua intensidade constante durante todo o ano.
- UVB: Menos longos e, portanto, penetram pouco na pele. Têm incidência maior no verão, em altas altitudes e próximos à linha do Equador. São responsáveis pela vermelhidão e queimaduras após a exposição solar. Também podem causar câncer de pele.
- UVC: Os mais perigosos. Mas graças à camada de ozônio, essa radiação é absorvida antes de chegar à Terra.
Cerca de 80% dos raios solares conseguem penetrar na Terra mesmo em dias nublados, o que nos obriga a nos proteger o ano todo.
ATENÇÃO AO FILTRO SOLAR!!
Os filtros solares são produtos capazes de proteger nossa pele dos raios ultravioleta evitando assim o fotoenvelhecimento e o desenvolvimento de câncer de pele. Mesmo nos dias sem sol é aconselhado a utilização de filtros solares pois cerca de 80% dos raios solares conseguem penetrar na Terra mesmo em dias nublados, o que nos obriga a nos proteger o ano todo. 
Fonte:

Queimadura solar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Uma queimadura solar é uma queimadura na pele produzida pela superexposição à radiaçãoultravioleta (UV), geralmente dos raios solares. Uma queimadura semelhante pode ser produzida por uma superexposição a outras fontes de UV como lâmpadas de bronzeamento, ou profissionalmente, em soldadores. A exposição da pele a quantidades cada vez menores de UV frequentemente produz um bronzeamento solar. Os sintomas usuais são pele avermelhada e quente ao toque, sensação de ardor e leve tontura.
As queimaduras solares podem ameaçar a vida e são causa de muitos tipos de câncer. Elas podem ser evitadas facilmente através do uso de filtro solar, roupas (e chapéus), e com a limitação do tempo de exposição solar, especialmente durante o período do meio dia e tarde. A única cura para a queimadura da pele é a lenta recuperação, embora cremes de pele possam ajudar.
No inverno, a queimadura pelo vento é normalmente confundida com a queimadura solar, que tem sintomas parecidos.
Índice
·         2 Aumento do risco
·         3 Proteção
o    3.1 Pele
o    3.2 Olhos
·         4 Primeiros Socorros
·         6 Ver também
·         7 Referências

Desenvolvimento e consequências
Tipicamente há uma vermelhidão inicial (eritema), seguida por vários graus de dor, ambos proporcionais em severidade à duração e intensidade da exposição. Essa condição ocorre quando a radiação UV incidente excede a capacidade de proteção da melanina da pele. As concentrações deste pigmento variam bastante entre as pessoas, mas em geral, pessoas de pele escura têm mais melanina do que aqueles de pele mais clara. Consequentemente, a incidência de queimadura solar entre indivíduos de pele escura é menor.
A radiação UV é dividida em UVA (380–315 nm), UVB (315–280 nm) e UVC (280-180 nm). Oozônio presente na atmosfera terrestre filtra uma porção desta radiação antes que ela atinja a superfície do planeta. A radiação UVC é quase totalmente absorvida pela atmosfera, entretanto boa parte das radiações UVA e UVB ultrapassam as camadas protetoras de forma a causar queimaduras mesmo em curtos períodos de exposição como apenas quinze minutos. Apesar dos danos causados à pele, nos primeiros momentos não há sintomas.
Após a exposição, a pele pode se tornar vermelha em 2 a 6 horas. A dor geralmente é mais forte 6 a 48 horas depois da exposição. A queimadura continua a se desenvolver por 24 a 72 horas ocasionalmente seguida por uma escamação da pele em 3 a 8 dias. Escamação e coceira podem continuar a ocorrer durante várias semanas.
Os sintomas comuns da queimadura solar incluem fraqueza, dor, edema, coceira e/ou escamação da pele, náusea e febre. Também, uma pequena quantidade de calor é dispersa da queimadura, dando um sentimento de aquecimento à área afetada. As queimaduras solares podem ser de queimaduras de 1º ou 2º grau.
Queimaduras solares menores tipicamente causam nada mais do que uma pequena vermelhidão nas áreas afetadas. Em casos mais sérios pode haver a existência de bolhas.. Algumas queimaduras podem ser tão extremas que podem ser doloridas a ponto de debilitar a pessoas e requerer cuidados hospitalares.
A respeito do espectro da radiação solar, a faixa responsável pela severidade das queimaduras solares encontra-se no UVB 320 nm, faixa de transição com o UVA. Isso é baseado em dois fatores:
1.    atividade eritemal - o efeito específico dos diferentes comprimentos de onda de radiação na pele
2.    radiação solar - o quanto de qualquer comprimento de onda de radiação solar pode ser esperado a ser incidente na superfície da Terra
A irradiação métrica eritemal resultante é calculada ponderando as medições da irradiação solar com medidas experimentais de atividade eritemal. Quando o produto é representado graficamente, há um pico em 308 nm.
A nível celular, a luz UVB causa dano ao DNA o que pode ser passado para gerações seguintes de uma célula progenitora, levando ao risco aumentado de câncer de pele. As células danificadas morrem e liberam toxinas que são responsáveis pela náusea e febre. Se muitas morrem, pode ocorrer um escamação da pele.
O risco mais crítico e importante a longo prazo causado pela queimadura solar é o aumento de chance de ocorrer um câncer de pele, que se acredita que está altamente relacionado. Um incidente de queimadura com bolhas dobra o risco de se ter um melanoma malígno [1]. Mas enquanto a severidade da queimadura solar é um indicativo da exposição recente à radiação, também há a penetração profunda pelo UVA que ocorre na ausência de sintomas perceptíveis. Acreditava-se que a radiação UVB era o único agente a causa o câncer depele, mas estão surgindo diversas evidências que suportam a teoria de que as radiações UVA e UVB implicam no câncer de pele.
Aumento do risco
O risco de queimadura solar aumenta com a proximidade ao equador terrestre. Também pode ser aumentado por produtos farmacêuticosque tornam alguns usuários mais sensíveis à radiação UV. Certos antibióticos, contraceptivos e tranquilizantes têm este efeito. Pessoas ruivas e/ou com sardas geralmente têm um maior risco de sofrer uma queimadura solar do que outras devido ao tom de pele mais claro.
O bronzeamento solar, que se desenvolve naturalmente em algumas pessoas como um mecanismo de proteção contra o sol, é desejado por muitos no mundo ocidental. O que leva a um aumento na incidência de queimaduras solares e na popularidade das camas de brozeamento artificial como meio de conseguir um bronzeado.
Um estudo de 2003 revelou que 36% dos adultos americanos têm uma queimadura solar pelo menos uma vez ao ano, enquanto outro estudo revelou que 50% dos canadenses haviam sofrido pelo menos uma queimadura nos dois meses anteriores ao estudo.
Nos últimos anos, a incidência e a severidade das queimaduras solares têm crescido em todo o mundo, especialmente no hemisfério sul, devido ao dano à camada de ozônio.
Proteção
Pele
É recomendável consultar um índice de UV para determinar o nível de proteção que é necessária. Boas formas de proteção incluem usar camisas de manga longa, chapéus com abas, bonés e sombrinhas quando ao sol. A baixa exposição ao sol das 10 da manhã até às 3 da tarde também é recomendável.
Queimadura solar.
Foto: wikipédia
Existem produtos à venda que bloqueiam a luz UV, conhecidos como filtro solares. Algumas vezes chamados cremes solares ou bloqueadores solares, eles possuem uma taxa de Fator de Proteção Solar (FPS), baseado na capacidade do bloqueador reduzir a radiação UVB sobre a pele: quanto maior a taxa de FPS, maior a proteção. Um filtro solar com FPS 15 bloqueia 93.3% de UVB e um de FPS 30 bloqueia 96.7%. É melhor utilizar um bloqueador de espectro grande para proteger tanto a radiação UVA quanto UVB. É prudente utilizar fórmulas a prova d'água quando realizar atividades aquáticas. Os melhores filtros amenizam tanto a radiação UVA quanto UVB. Note que o fator de proteção é efetivo quanto aplicado ao menos 2 μl por centímetro quadrado de pele exposta ao sol. Isto significa aproximadamente 28 ml para cobrir um corpo inteiro de um homem adulto, o que é uma quantia muito maior do que as pessoas usam na prática.
Contrariando o senso comum, o filtro solar deve ser reaplicado a cada 2-3 horas. Pesquisas têm mostrado que para melhor proteção deve-se aplicar de 15 a 30 minutos antes da exposição solar e reaplicado depois de 15 ou 30 minutos após o início da exposição ao sol. Futuras reaplicações são necessárias apenas após atividades aquáticas, como nadar, ou após suar ou esfregar-se em algum local como areia ou toalhas. Isto varia de acordo com indicações do produto, variando de 80 minutos na água a algumas horas, dependendo da qualidade.
Outro método de proteção contra a radiação solar são as roupas de proteção solar. Essas roupas, um conceito relativamente novo nos Estados Unidos, são classificadas através do Fator de Proteção Ultravioleta. Semelhante à graduação FPS dos filtros solares, uma vestimenta com FPU 30 bloqueia 96.7% dos raios UV.
Quando ao trabalhar uma pessoa é exposta a qualquer fonte artificial de UV, uma vestimenta especial de proteção (por exemplo, capacete de soldagem) deve ser vestida.
Olhos
Os olhos não devem ser esquecidos, e óculos de sol wrap-around que bloqueiem a luz UV também devem ser usados. A luz UV implica no desenvolvimento de pterígio e catarata.
Primeiros Socorros
O melhor tratamento para a maioria das queimaduras solares é o tempo—em algumas semana, elas irão curar. Um alívio imediato temporário da dor pode ser obtido colocando-se uma toalha fria e molhada na área afetada, ou tomando um banho frio.Queimaduras mais graves podem ser tratadas com pomadas específicas.
Existem Inúmeros produtos de pele que são vendidos ao redor do mundo para alivio da dor de uma queimadura solar. Os mais populares contém ALOE com LIDOCAINA e/ou Vitamina E. Em muitos casos, a aplicação da água fria ou o gelo dão o alívio imediato mas provisório da dor.
Algumas pessoas dizem que pode ser feita a aplicação de vinagre branco e vinagre de maçã cidra, mostarda, óleo de lavanda, chá gelado,iogurte, tomates, leite de amêndoa, abacate, ou pepino nas areas afetadas. Essas medicações não foram testadas e podem fazer mais mal do que bem. Sabe-se, por exemplo, que a Erva de São João causa fotosensibilidade que pode levar uma pessoa a ter queimaduras em situações que normalmente não as teriam. Ernst et al., 1998) -->.
A escamação causada pela queimadura solar geralmente é acompanhada de coceira. Medicamentos antialergênicos como Benadryl são efetivos em parar a coceira. Medicamentos tópicos como o Caladryl também são muito eficazes em trazer alívio à coceira causada pela queimadura.
Queimadura solar em animais e plantas
A maioria dos animais podem sofrer queimaduras solares; entretanto, muitos são protegidos por uma densa camada de pêlos. Apesar dos mitos que afirmam que somente os hipopótamos e porcos podem sofrer queimaduras solares, quase todos animais—até mesmo peixes, em certas condições—podem sofre-lás (embora os porcos e hipopótamos sejam mais propensos devido à sua pele com pouco pêlos e menor produção de óleo, um protetor solar natural). O porco da raça Tamworth tem uma densidade de pêlos especial que ajuda a minimizar as queimaduras.
Variações na pigmentação, densidade de pêlos e mutações genéticas como albinismo pode fazer com que alguns animais da mesma espécie sejam mais ou menos propensas a sofrerem uma queimadura solar. Cuidados especiais devem ser cuidados para proteger os que tenham mais tendência.
Mesmo algumas plantas, se expostas demais ao sol, podem queimar.
Ver também
§  Unidade solar unidade de intensidade solar
§  Hipertermia é outro dano à saúde resultado da exposição excessiva ao sol.
§  Queimadura de vento é confundida com queimadura solar em climas frios.
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Observação da  Editoria do Blog:
Não tome ou passe no corpo medicamento sem a orientação médica.