O Projeto Piloto aqui apresentado objetiva despertar nos pais o interesse na criação de Associações, em seus Condomínios, que incentivem a solidariedade, o afeto e a valorização das crianças e adolescentes para mantê-los longe das drogas, da violência e de outras ameaças à sua integridade. Cuidar de nossas crianças e adolescentes significa abrir espaços de ação criativa e transformadora da realidade social, pois eles são o futuro do Brasil, do Mundo! Cuidar de nossos idosos é cuidar de uma parte de nós mesmos.
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03/02/2012

Os idosos centenários do Brasil

Nos últimos 20 anos, a população idosa no país saltou de 4,8% para 7,4%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dos quase 200 milhões de brasileiros, 14 milhões têm 65 anos ou mais.
Se forem considerados os critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera “terceira idade” indivíduos a partir dos 60 anos, os idosos já somam 11% da população brasileira.
Nesse grupo, há quase 24 mil centenários. A maioria se concentra na Bahia (3.525), seguida por São Paulo (3.146) e Minas Gerais (2.597). Apesar disso, a expectativa média de vida do brasileiro – 73,5 anos – ainda é baixa se comparada com outros países. Os espanhóis vivem 83 anos, por exemplo.
Segundo o gerontólogo Alexandre Kalache e o endocrinologista Alfredo Halpern, é possível viver mais e melhor – e superar a expectativa média atual.
Para ter longevidade com saúde, é recomendado consumir mais alimentos integrais, fazer check-ups regulares (monitorar a pressão, o colesterol, a glicose e outras taxas no sangue), reduzir o sal, o açúcar e a gordura, e praticar exercícios regularmente.

Dicas para viver mais e melhor

1 – Tenha uma alimentação balanceada
Açúcar refinado, farinha refinada, arroz refinado, álcool (sobretudo o destilado, como cachaça, rum e uísque), sal e gordura fazem parte preponderante do prato do brasileiro. Nenhum desses alimentos deve ser proibido, mas devem ser consumidos com equilíbrio.
O sal está diretamente associado com a hipertensão e, em excesso, pode desregular a pressão e aumentar o risco de problemas cardiovasculares, como o infarto do miocárdio e o acidente vascular cerebral (AVC).
Já o açúcar é fonte direta de energia e calorias. Quando consumido em exagero, transforma-se em gordura e é acumulado pelo corpo, prejudicando o equilíbrio do metabolismo. A ingestão de açúcar demais é a principal causa de diabetes tipo 2, desenvolvida geralmente na fase adulta.
Além disso, o preparo de frituras e gorduras está diretamente relacionado com problemas cardiovasculares e diversos tipos de câncer. A gordura aumenta o mau colesterol (LDL), que pode entupir as artérias.
O maior problema é o prato demasiadamente branco e sem cores. Por isso, a orientação dos médicos é incluir na dieta alimentos verde-escuros (brócolis e couve-manteiga) – que são ricos em betacaroteno, substância que dá origem à vitamina A –, e vermelhos (uva, morango, cereja e açaí) – que têm antioxidantes capazes de eliminar os radicais livres.
Acrescente também beterraba, pimentões, banana, jabuticaba, abóbora, manga. Quanto mais cores, melhor.
As sementes oleaginosas (nozes, amêndoas e castanhas) também são ricas em nutrientes e ajudam a prevenir problemas cardiovasculares. Peixes de carne mais escura (salmão e sardinha), por sua vez, são ricos em ômega 3, importante para o equilíbrio das gorduras no sangue.
Outro elemento que deve ser incluído é o azeite de oliva, que, quando usado em temperatura ambiente e doses moderadas, diminui o colesterol ruim e aumenta a gordura boa na circulação sanguínea.

2 – Perdoe e saiba lidar com o estresse e com a ansiedade
O bom humor é essencial para poder sobreviver com qualidade.

3 – Meça a pressão sempre
Uma das bases do envelhecimento saudável é prevenir e tratar precocemente as doenças crônicas. A indicação é um exame básico, tanto para homens quanto para mulheres, uma vez por ano a partir dos 50 anos. Nessa checagem, é preciso que você faça:

- Medição de pressão (para evitar a hipertensão)
- Medição do açúcar no sangue (para evitar diabetes)
- Medição de colesterol (para evitar problemas cardiovasculares)
- Exames para câncer (mamografia, papanicolaou, toque retal, etc)

Além disso, é fundamental que você respeite a cartela de vacinação e fique atento principalmente às vacinas ofertadas à terceira idade, quando o sistema imunológico está mais fraco.

4 – Pratique exercícios regularmente
A atividade física frequente é uma condição para envelhecer bem. Uma boa medida é praticá-la 5 vezes por semana, por pelo menos meia hora.

5 – Esteja no peso ideal
Engordar é aumentar as chances de desenvolver uma série de doenças crônicas. Ao chegar ao peso ideal, é fundamental que você não engorde mais.


Este texto é um resumo. Leia o artigo completo em:


COMO VIVER ATÉ OS 100 ANOS
O fator mais importante que determina quantos anos você viverá, não são seus genes, mas quão bem você vive. Não se convenceu? Um novo estudo publicado no Jornal Medico Britânico (British Medical Journal) com 20 mil britânicos idosos demonstra que você pode cortar seu risco de ataque cardíaco pela metade simplesmente fazendo 4 coisas: 30 minutos por dia de atividade física, comer 5 porções de frutas e vegetais diariamente, evitar o cigarro e excesso de álcool.
Embora esses são alguns passos óbvios que você pode tomar para viver bem, pesquisadores tem descoberto que os centenários tendem a compartilhar certas características: como eles se alimentam, fazem exercícios, lidam com o stress – coisas que podemos fazer para melhorar nosso processo de envelhecimento. É claro que conseguir viver até os 100 é um tempo consideravelmente maior do que viveram seus pais. Contudo, Thomas Perls, que estuda os que passaram dos 100 anos na Escola de Medicina na Universidade de Boston, acredita que, mesmo se você evitasse os genes de doenças fatais como de ‘Huntington’ (doença hereditária que se desenvolve na idade adulta e termina em demência), “não há nada que impeça você de viver bem até os 90 anos. Imagine que, se seus pais e avós fossem fumantes inveterados, eles poderiam ter morrido prematuramente sem alcançar o verdadeiro potencial do tempo de vida deles, portanto vá em frente e alcance aqueles 3 dígitos (100 anos). Siga esses 10 hábitos e confirme a “previsão do tempo de vida” de Perls.

1. Não se aposente. “Evidências provam que nas sociedades onde as pessoas param repentinamente de trabalhar, há uma explosão da incidência de obesidade e doenças crônicas depois da aposentadoria,” disse Luigi Ferrucci, diretor do Estudo Longitudinal Baltimore sobre Envelhecimento. A região de Chianti na Itália, com alta porcentagem de centenários, tem uma visão diferente do tempo de folga. Depois que se afastam de seus empregos, eles gastam a maior parte do dia trabalhando em seus sítios, cultivando uvas e vegetais. Eles nunca são realmente inativos. Cultivar não é prá você? Seja voluntário em Creches, Escolas, Asilos, ou junte-se a um grupo de voluntários e participe de projetos comunitários.
2. Use fio dental diariamente. Isso pode ajudar a manter suas artérias saudáveis. Um estudo da Universidade de Nova Iorque em 2008 mostrou que usar o fio dental diariamente reduziu na saliva a quantidade de bactérias causadoras de doenças. Essas bactérias entram na corrente sanguínea e começam uma inflamação nas artérias, maior fator de risco para doenças do coração. Outra pesquisa mostrou que, os que tem altas quantidades de bactérias em sua boca, tem mais probabilidade de entupir suas artérias, outro sinal de doenças cardíacas. “Eu realmente penso que as pessoas deveriam usar o fio dental duas vezes ao dia para conseguir os benefícios de maior expectativa de vida,” enfatiza Perls.
3. Mexa-se. “O exercício é a única fonte real da juventude que existe,” afirma Jay Olshansky, um professor de Medicina e pesquisador do envelhecimento na Universidade de Illinois-Chicago. “É como o óleo para o seu carro. Você não tem que usá-lo, mas seu carro definitivamente correrá melhor.” Grande quantidade de pesquisas tem documentado os benefícios do exercício para melhorar seu humor, acuidade mental, equilíbrio, massa muscular, e os ossos. “E os benefícios começam imediatamente após seu primeiro dia de atividade física,” acrescenta Olshansky. Não se preocupe se você não for um ‘rato’ de Academia. Aqueles que recebem os maiores benefícios são os que saem do comodismo e simplesmente caminham na vizinhança ou pela quadra, 30 minutos por dia. Fortalecer os músculos com treinamento de resistência também é ideal, mas exercícios leves e constantes podem dar a você efeitos similares de força e resistência mesmo sem fazer levantamento de peso.
4. Coma cereais ricos em fibra no desjejum. Servir-se de grãos integrais, especialmente pela manhã, parece ajudar os de mais idade a manter estáveis os níveis de açúcar no sangue por todo o dia, conforme um recente estudo dirigido por Ferrucci. Diz ele que “aqueles que fazem isso tem uma baixa incidência de diabetes, um conhecido acelerador da velhice”.
5. Feche os olhos durante 6 horas pelo menos. Em vez de dormir menos para ganhar mais horas de atividades por dia, durma mais para acrescentar anos à sua vida. “Dormir é uma das mais importantes funções que seu corpo usa para regular e curar as células,” afirma Ferrucci. “O mínimo de sono que os mais velhos necessitam para conseguir as fases REM curativas é aproximadamente de 6 horas.” Aqueles que alcançam a marca de um século de vida colocam o sono como prioridade máxima.
6. Consuma alimentos integrais, não suplementos. Fortes evidências sugerem que as pessoas com altos níveis no sangue de certos nutrientes – selênio, beta-caroteno, vitaminas C e E – vivem mais e melhor e tem baixo índice de declínio cognitivo. Infelizmente não há evidência que tomar comprimidos com esses nutrientes provê os mesmos benefícios anti-idade. “Há mais de 200 carotenóides, e 200 flavonóides diferentes num único tomate,” destaca Ferrucci, “e essas substâncias químicas tem interações complexas que nutrem a saúde; além do Licopeno e a Vitamina C”. Evite alimentos brancos pobres em nutrientes (pães, farinha, arroz branco e açúcar) e aproveite-se de todas as frutas coloridas, vegetais, cereais e pães integrais, com todo seu “exército” de nutrientes escondidos neles.
7. Seja menos neurótico. Pode funcionar para Woody Allen, que mistura suas preocupações com uma saudável dose de humor, mas o resto de nós neuróticos podemos querer encontrar uma nova maneira de lidar com o stress. “Temos um novo estudo que mostra que os centenários tendem a não internalizar coisas ou enfatizar seus problemas,” diz Perls. “Eles são fortes e flexíveis ao lidar com as adversidades.” Se essa característica inata é difícil de conquistar, encontre outros meios de lidar com o stress. Experimente essas dicas: faça exercícios, meditação, ou apenas respire fundo por alguns momentos. Roer as unhas, mascar chicletes em frente à TV, cair na bebida? Isso tudo é péssimo para a sua saúde.
8. Viva como um Adventista do Sétimo Dia. Os americanos que definem a si mesmos como Adventistas do Sétimo Dia tem uma expectativa média de vida de 89 anos; uma década a mais do que a média nos Estados Unidos. Uma das doutrinas básicas dos Adventistas é que, é importante cuidar do nosso corpo porque pertence a Deus. Isso quer dizer não fumar, não usar bebidas alcoólicas, e não abusar dos doces. Os Adventistas típicos seguem uma dieta vegetariana baseada em frutas, legumes, feijões e nozes; e praticam bastante exercício. Eles também valorizam muito a família e a comunidade.
9. Seja uma pessoa de hábitos. Centenários tendem a viver em rotinas rígidas, diz Olshansky, comendo o mesmo tipo de dieta e fazendo as mesmas atividades por toda a vida. Dormir e despertar, nos mesmos horários cada dia é outro bom hábito que mantém seu corpo em constante equilíbrio; mas que pode ser facilmente rompido com o passar dos anos. “Sua fisiologia fica mais frágil quando envelhece,” explica Ferrucci, “e fica mais difícil seu corpo recuperar-se se você, perder algumas horas de sono numa noite ou beber muito álcool. Isso pode debilitar suas defesas imunológicas deixando-o mais susceptível a gripe e infecções bacterianas.
10. Fique conectado. Manter contatos sociais regulares com amigos e familiares é a chave para evitar a depressão. Isto pode levar a morte prematura, fato que é mais comum entre viúvos e viúvas. Alguns psicólogos acreditam que um dos maiores benefícios que os de idade avançada obtêm do exercício são as fortes interações sociais desenvolvidas ao caminhar com um amigo ou participar de exercícios em grupo. Tendo uma conexão diária com um amigo íntimo ou um membro da família, há um benefício adicional, com alguém em quem se apoiar. “Eles avisarão se notarem que sua memória está falhando ou se você parece mais reservado,” diz Perls, “e poderão insistir com você para procurar um médico, mesmo antes de você reconhecer, que precise de um.”
Fonte: U.S. News

Fonte:
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Leia: Minhas tias centenárias


06/12/2011

Interações sociais retardam o declínio físico e mental em idosos

Um novo estudo sugere que estar em contato com outras pessoas pode ajudar a retardar a questões físicas e cognitivas associadas ao envelhecimento. O estudo foi publicado no 'Journal of Health and Social Behavior'.

Os pesquisadores analisaram dados de uma amostra de 1.667 adultos com mais de 60 anos. Os participantes foram questionados sobre a freqüência de atividades sociais, tais como visitar amigos e familiares; assistir a reuniões, programas ou clubes; e participação em voluntariado na comunidade nos últimos 12 meses. Eles também responderam a perguntas sobre as limitações cognitivas e físicas.

Os investigadores descobriram que adultos mais velhos socialmente ativos desenvolveram limitações cognitivas e físicas mais lentamente do que aqueles com baixos níveis de engajamento social. A relação continuou mesmo entre os mais velhos, que não eram tão socialmente ativos em seus anos jovens.

"As pessoas têm algum controle sobre suas vidas sociais, por isso é encorajador e agradável para muitas pessoas - socializar com os outros - que beneficia a saúde física e cognitiva", disse a autora do estudo, Patricia A. Thomas. Os idosos são vulneráveis ​​a perder papéis sociais através da aposentadoria ou a morte de um cônjuge, sendo que eles ainda poderiam buscar uma variedade de atividades sociais.

Thomas apontou: "Mesmo aqueles adultos mais velhos que não eram socialmente ativos quando mais jovens, quando eles aumentaram a atividade social mais tarde na vida, ainda podem reduzir os problemas de saúde física e cognitiva."

Asenath La Rue, Ph.D., neuropsicólogo, concordou com a conclusão principal do estudo. La Rue disse que não têm sido muitas as pesquisas sobre os benefícios obtidos com a interação social se uma pessoa não era engajada socialmente quando mais jovem.

Fonte: Psych Central
Retirado de:

25/08/2011

Dignidade na velhice: direito ou utopia?

Além disso, numa sociedade em meteórica transformação, o idoso, ainda que em apreciáveis condições físicas, mentais, psíquicas e emocionais, independentemente de sua condição econômico financeira, passou a ser estigmatizado e encarado como um problema de difícil solução, uma vez que - é notório - a incauta população, como já dito, não possui cultura intelectual suficiente para absorver o novo contingente que apresenta particulares demandas, de atendimento imediato.

Cláudia Inez Borges Mussi | Évelyn Cintra Araújo

É necessário chamar a atenção do Estado e da iniciativa privada para o planejamento e execução de políticas eficazes, que promovam os direitos humanos da pessoa idosa, propiciando-lhe e viabilizando–lhe a existência digna.

O texto ora posto à apreciação tem a modesta pretensão de discutir um tema que, muito embora marginalizado no curso da história, povoa, em perene conflito, o imaginário e o real, conquanto reflexo não da decadência e da finitude próxima da vida, mas do amadurecimento e da sabedoria traduzidos pelo olhar da experiência humana: o idoso enquanto categoria social.

De forma clara e objetiva, as autoras dão tratativa à problemática do envelhecimento no contexto da evolução histórica do homem enquanto ser social, sob os mais variados prismas, conferindo particular evidência à realidade vivenciada pelo velho ao longo dos séculos, eivada pelo preconceito de profundas e indeléveis raízes cravadas no seio da sociedade, pela discriminação, o abandono e pela exclusão a ele impostos, frutos do distorcido modelo socioeconômico e cultural até há pouco tempo mundialmente adotado.

Nesta messe, buscam particularmente trazer a lume a crueza da realidade brasileira, oportunizando a conscientização coletiva de que o idoso é uma possibilidade ímpar de aprendizado e crescimento em todos os sentidos, pela transmissão da experiência acumulada ao longo da vida.

A par disso, este escrito demonstra - despeito da opinião científica - que a velhice é uma construção da sociedade e, longe de significar a inatividade e a inutilidade cultuadas pela prática utilitarista do capitalismo, pelo contrário, pressupõe o reconhecimento e a aceitação do velho como fonte de sabedoria, de contribuição à juventude e ao próprio desenvolvimento de seu país, na condição de agente social.

Por isso mesmo, intenta chamar a atenção do Estado e da iniciativa privada para o planejamento e execução de políticas eficazes, que promovam os direitos humanos da pessoa idosa, propiciando-lhe e viabilizando–lhe a existência digna a que faz jus, através do exercício pleno da cidadania, pautado nos princípios da igualdade e da liberdade, norteadores da Carta Cidadã brasileira. Este o propósito magno do presente trabalho!

Continue lendo:
http://jus.uol.com.br/revista/texto/19831/dignidade-na-velhice-direito-ou-utopia

06/07/2011

CONFUSÃO MENTAL DOS IDOSOS

Principal causa da confusão mental no idoso

Arnaldo Lichtenstein, médico*
Sempre que dou aula de clínica médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:  
- Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental? *   
 Alguns arriscam:
"Tumor na cabeça". 
Eu digo: "Não".  
Outros apostam: "Mal de Alzheimer"   
Respondo, novamente: "Não".     
A cada negativa a turma se espanta... E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns:
      - diabetes descontrolado;
      - infecção urinária;
      - a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa.  
Parece brincadeira, mas não é. Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos.
Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez. A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos "batedeira"), angina (dor no peito), coma e até morte.
Insisto: não é brincadeira.
 Na melhor idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. Portanto, os idosos têm menor reserva hídrica.

    
      Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de  tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.
Conclusão:
Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo
       Por isso, aqui vão dois alertas:      
1 - O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite. Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro. Lembrem-se disso!    
2 - Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos. Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção. É quase certo que sejam sintomas decorrentes de desidratação.      
"Líquido neles e rápido para um serviço médico".     
(*) Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
►Mensagem recebida por e-mail

27/04/2011

Educação em dia; muito além do beabá



Hoje é comemorado o Dia da Educação. 
Acredito que o processo da educação começa com a família, quando  os pais ensinam a seus filhos o que julgam ser certo. Ensinam como administrar e se desenvolver no espaço no qual vivemos. A figura dos pais é complementada pela escola, que, além habilitar o jovem para escolher um ofício e ser economicamente produtivo, deverá também ensinar a vida em sociedade. A educação é a base de uma nação soberana e evoluída e de uma sociedade mais justa e com alta qualidade de vida.
Este Blog foi feito com o objetivo de divulgar a idéia de um projeto para ser desenvolvido em beneficio das crianças, adolescentes, pais e idosos. Precisamos de uma Educação muito além do beabá! (lb)


É comum na Psicologia da Educação
referir-se à educação da criança
e do adolescente, mas também à educação
do adulto (Pedagogia e Andragogia).

(...) precisamos definir o termo “popular”. A concepção mais comum que se observa, inclusive nos dicionários, é de “popular” como sendo algo do povo, para o povo, que atende às necessidades do povo. Usaremos a concepção de Paulo Freire, entendendo “popular” como sinônimo de  oprimido, aquele que vive sem as condições elementares para o exercício de sua cidadania e que está fora da posse e uso dos bens materiais produzidos socialmente. Assim, podemos definir a Educação Popular como uma teoria de conhecimento referenciada na realidade, com metodologias incentivadoras à participação e ao empoderamento das pessoas permeado por uma base política estimuladora de transformações sociais e orientado por anseios humanos de liberdade, justiça, igualdade e felicidade. Segundo Brandão (1986), os educadores pensam a educação em domínios restritos: a universidade, o ensino fundamental, o ensino médio, a alfabetização, a educação de jovens e adultos. Muitas vezes a educação acaba por tomar domínios restritos, determinados socialmente, quando deveriam atender às necessidades do contexto, do cotidiano do aluno, enfim, da cultura do educando. Para pensar em Educação Popular, é necessário, portanto, repensar a educação. A educação, quando se fala no panorama social, é a condição da permanente recriação da própria cultura sendo, por isso, a razão da dominação da cultura entre outros. Já no panorama individual, a educação é a condição de criação do indivíduo, é a relação de saber das trocas entre pessoas.
***************
Educação engloba os processos de ensinar e aprender. É um fenômeno observado em qualquer sociedade e nos grupos constitutivos destas, responsável pela sua manutenção e perpetuação a partir da transposição, às gerações que se seguem, dos modos culturais de ser, estar e agir necessários à convivência e ao ajustamento de um membro no seu grupo ou sociedade. Enquanto processo de sociabilização, a educação é exercida nos diversos espaços de convívio social, seja para a adequação do indivíduo à sociedade, do indivíduo ao grupo ou dos grupos à sociedade. Nesse sentido, educação coincide com os conceitos de socialização eendoculturação, mas não se resume a estes.
Nivel de alfabetização pelo planeta inteiro: veja as desigualdades do sistema de ensino em cada região do mundo, ampliando a imagem.
A prática educativa formal — que ocorre nos espaços escolarizados,quer sejam da Educação Infantil à Pós Graduação — dá-se de forma intencional e com objetivos determinados, como no caso das escolas. No caso específico da educação formal exercida na escola, pode ser definida como Educação Escolar. No caso específico da educação exercida para a utilização dos recursos técnicos e tecnológicos e dos instrumentos e ferramentas de uma determinada comunidade, dá-se o nome de Educação Tecnológica. A educação sofre mudanças, das mais simples às mais radicais, de acordo com o grupo ao qual ela se aplica, e se ajusta a forma considerada padrão na sociedade. Mas, acontece também no dia-a-dia, na informalidade, no cotidiano do cidadão. Nesse caso sendo ela informal.
Índice
·         1 Legislação brasileira
·         2 Níveis de ensino
·         5 Referências
·         6 Ver também
·         7 Ligações externas
o    7.2 Outros
Educação popular
A Educação Popular é uma educação comprometida e participativa orientada pela perspectiva de realização de todos os direitos do povo. Não é uma educação fria e imposta, pois baseia-se no saber da comunidade e incentiva o diálogo. Não é “Educação Informal” porque visa a formação de sujeitos com conhecimento e consciência cidadã e a organização do trabalho político para afirmação do sujeito. É uma estratégia de construção da participação popular para o redirecionamento da vida social. A principal característica da Educação Popular é utilizar o saber da comunidade como matéria prima para o ensino. É aprender a partir do conhecimento do sujeito e ensinar a partir de palavras e temas geradores do cotidiano dele. A Educação é vista como ato de conhecimento e transformação social, tendo um certo cunho político. O resultado desse tipo de educação é observado quando o sujeito pode situar-se bem no contexto de interesse. A educação popular pode ser aplicada em qualquer contexto, mas as aplicações mais comuns ocorrem em assentamentos rurais, em instituições sócio-educativas, em aldeias indígenas e no ensino de jovens e adultos.

Índice 

·         1 Conceito
·         2 O Educador Popular
·         3 Histórico
·         6 Ver também
·         7 Referências


É dado o nome de Psicologia da Educação ao segmento de estudos e pesquisas que visam descrever os processos psicológicos presentes na educação. Teóricos como Sigmund Freud, Jean Piaget, Burrhus Frederic Skinner, Carl Rogers, Lev Vygotsky e Alexander Luria, são tidos como precursores dos estudos em Psicologia da Educação. São referenciais comuns aos cursos de Pedagogia, Normal Superior e demais licenciaturas, representando, cada um, vertentes do pensamento psicológico educacional.
Leia:

Wikipedia quer mais contribuições de acadêmicos

29/03/2011 12h43 | Publicado por: Luiza Giovancarli

Guardian - 29/03/2011
Mike Peel começou a editar a Wikipedia - a enciclopédia online livre que qualquer pessoa pode editar - depois de ver uma informação de física que o deixou louco. Era 2005 e ele, ainda não graduado, estava lendo sobre um curso quando ficou "irritado com um erro gramatical". Ele nunca mais parou desde então. Peel, agora um investigador de 26 anos de idade, pós-doutor pelo Centro de Astrofísica Jodrell Bank, na Universidade de Manchester, não é somente o secretário da Wikimedia do Reino Unido... (em inglês) Leia mais.