#LulaDilmabastadeódiocontraopovobrasislerochegadecorrupção!
ação e Saúde = Bem-Estar::........::Educ
O Projeto Piloto aqui apresentado objetiva despertar nos pais o interesse na criação de Associações, em seus Condomínios, que incentivem a solidariedade, o afeto e a valorização das crianças e adolescentes para mantê-los longe das drogas, da violência e de outras ameaças à sua integridade. Cuidar de nossas crianças e adolescentes significa abrir espaços de ação criativa e transformadora da realidade social, pois eles são o futuro do Brasil, do Mundo! Cuidar de nossos idosos é cuidar de uma parte de nós mesmos.
- 1 - Morte da Educação
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- Vocabulário: antes e agora
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15/09/2014
Tieóide, problemas e sintomas
Como detectar problemas de tireoide a tempo
O diagnóstico precoce é vital em qualquer doença. No caso da tireoide e as alterações desta glândula, os sintomas são muito simples de identificar, pelo menos durante as primeiras fases.No entanto, estes sintomas podem estar associados a outras doenças ou transtornos do corpo, por isso é preciso estar atento ao que ocorre ao organismo. Sem ficar paranoico, mas dando a importância necessária. Conheça mais sobre o assunto neste artigo.
(...)
Quais são os sintomas das doenças?
Já que se trata de uma falha na glândula e implica na produção desequilibrada de hormônios, pode haver muitos sintomas diferentes. Alguns deles são:
- Diarreias frequentes
- Prisão de ventre
- Queda de cabelo
- Pele seca
- Intolerância ao frio nas mãos e nos pés
- Depressão e baixa autoestima
- Pele grossa
- Cansaço ou fatiga crônica
- Debilidade
- Falta de concentração e memória
- Cabelo fraco
- Desequilíbrios no ciclo menstrual
- Fluxo menstrual abundante
- Colesterol alto
- Problemas no sistema imune
- Perda de sono e insônia
- Aumento ou redução de peso
- Pescoço inchado (bócio)
Leia a matéria completa em: http://melhorcomsaude.com/detectar-problemas-tireoide/
07/09/2014
Adubos químicos, pesticidas e conservantes você ingere com os alimentos.
“Segundo o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), desde 2008 o Brasil tornou-se o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Essa cifra continua subindo e inclui extensivamente a utilização de produtos proibidos em outros países.”
“Entre as culturas com a maior concentração de agrotóxicos estão a soja, o milho, a cana, o algodão e as frutas cítricas, que juntos usam 87% do total desse produto nocivo. Para as hortaliças, há utilização concentrada de ingredientes ativos por área plantada, que varia de 4 a 8 litros por hectare. Outros alimentos que também estão na lista dos mais contaminados por agrotóxicos, segundo a Anvisa, são: pimentão, uva, pepino, morango, couve, abacaxi, mamão, alface, tomate e beterraba.”
ALIMENTOS CONVENCIONAIS POSSUEM AGROTÓXICOS
Esses são os mais disponíveis no mercado atualmente, tanto os alimentos in natura, como as frutas e verduras frescas, até os processados e industrializados. Na agricultura convencional são usados adubos químicos, pesticidas e conservantes (inclusive nos alimentos in natura vendidos em feiras e supermercados). Nos alimentos convencionais utiliza-se amplamente a técnica de monocultura e de modificação genética das plantas.
Ler mais:
ALIMENTOS ORGÂNICOS POSSUEM MAIS NUTRIENTES
Para um alimento ser considerado orgânico ele deve ser produzido seguindo as normas específicas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura. Algumas das regras incluem: não utilizar adubos químicos, agrotóxicos, sementes transgênicas ou radiação ionizante. Além disso, seus processos de produção, processamento e elaboração devem ter como premissa básica a preservação e a revitalização do meio ambiente, como também o respeito às questões sociais. Os orgânicos também podem ser chamados de agricultura natural, biodinâmica ou agroecologia. No caso da produção animal, não pode usar medicamentos alopáticos e os animais são criados livremente, sem confinamento. Cumpridas todas as exigências, o produto pode receber o selo do SisOrg (Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica).
Ler mais:
ALIMENTOS HIDROPÔNICOS SÃO CULTIVADOS COM ADUBOS QUÍMICOS POLUENTES
Essas plantas são cultivadas em água e alimentadas por adubos químicos solúveis em água, que contêm no máximo 10 nutrientes, como nitrogênio, fósforo e potássio. A jornalista especializada em agricultura e entusiasta da produção orgânica sustentável, Tânia Rabello, chama atenção para um erro comum quando se trata de hidropônicos: "É importante frisar que produtos hidropônicos não têm absolutamente nada a ver com orgânicos. São, aliás, diametralmente opostos, embora confundam muitas pessoas. Produtos hidropônicos não são cultivados no solo e usam adubos químicos altamente poluentes", esclarece Rabello.
Ler mais:
ALIMENTOS NATURAIS NÃO PODEM SER CONFUNDIDOS COM ORGÂNICOS
A definição de alimento natural é ampla, e existem muitas discussões sobre o uso desse termo pela indústria alimentícia, uma vez que não há nenhuma definição legal ou legislação a respeito. Na opinião do produtor e fornecedor de alimentos orgânicos, Luciano Gambarini, o termo ficou banalizado e leva a uma má interpretação ou induz ao consumo deste tipo de alimento. E é importante frisar que, inclusive, natural não significa orgânico.
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13/08/2014
Ursinho emite mensagens para crianças com câncer
Hospital desenvolve ursinho que emite mensagens de parentes e amigos queridos às crianças em tratamento contra o câncer
Do que você mais sente falta aqui?
Essa foi a pergunta feita às crianças isoladas em fase de tratamento contra o câncer no Hospital Amaral Carvalho de São Paulo.
As respostas passearam entre – pai, mãe, irmão, tio, avô, professores, colegas de escola, mas todas relacionadas à presença de pessoas especiais que faziam parte do convívio das crianças e hoje essa possibilidade não mais existe, devido ao tratamento contra o câncer.
Durante o tratamento, as crianças recebem quimioterapia e outros medicamentos fortes. Logo existe a necessidade de isolamento para evitar que a baixa imunidade atrapalhe o desempenho do tratamento. Elas recebem visitas, porém todas são controladas, só pode entrar um por vez e com tempo limitado.
Foi então que os médicos do setor de pediatria do hospital se viram motivados em encontrar uma solução que trouxesse mais conforto e alegria para essas crianças. Eles trabalharam durante meses em busca de alguma ideia, receberam inúmeras sugestões e muito apoio.
Eis que um brinquedo foi apresentado, o ursinho Elo. Ele emite mensagens de voz deixadas às crianças pelo celular, viaWhatsApp, pelos seus parentes, amigos e etc.
O resultado, ainda está em fase de avaliação, mas as crianças já aprovaram. Elo já foi adotado e tornou-se o mais novo e grande companheiro dessas crianças.
Basta que a criança aperte um botão que fica na mão do ursinho quantas vezes quiser, e ela ouvirá um recadinho de alguém especial. O dispositivo acoplado no brinquedo pode armazenar várias mensagens, dependo do tamanho do arquivo.
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10/08/2014
Ives Gandra Martins desmascara o Programa Nacional de Diretos Humanos
Ives Gandra fala sobre os riscos para o Brasil, do Programa Nacional de Direitos Humanos.
Ives Gandra da Silva Martins é um advogado tributarista, professor, escritor e jurista brasileiro,
e faz um alerta ao Brasil.
Veja a vida de modo diferente
Dar likes não adianta. Seja um voluntário
04/08/2014
30/07/2014
Meias do Bem 2014
Com meias velhas de qualquer tipo (rasgadas, gastas, tudo) e, para cada meia doada, a ONG oferece um par de meias novo para moradores de rua. As meias velhas angariadas serão então lavadas, esterilizadas, e servirão de matéria-prima para a construção de cobertores. Ao fim de 40 meias doadas, nasce um novo cobertor.
Doe, elas vão se transformar em cobertores.
No site você poderá ver onde doar e conhecer o projeto.
http://www.meiasdobem.com.br/
22/07/2014
"Se você não consegue vencer por conta própria, você é um verme!"
“Se não consegue ser como Joãozinho e vencer por conta própria sem depender de uma escola de qualidade, com professores bem capacitados, remunerados e respeitados, e de um contexto social e econômico que te dê tranquilidade para estudar, você é um verme nojento que merece nosso desprezo. A propósito, morra!”
A culpa por ser pobre e não ter estudado é totalmente sua
– Uma frase que raramente traduz a verdade, mas é o que muita gente quer que você acredite
Publicado por Leonardo Sakamoto em Pragmatismo Político
Aí a gente liga a TV de manhã para acompanhar os telejornais por conta do ofício e já se depara com histórias inspiradoras de pessoas que não ficaram esperando o Maná cair do céu e foram à luta. Pois a educação é a saída, o que concordo. E está ao alcance de todos – o que é uma besteira. E as cotas por cor de pelé, que foram fundamentais para o personagem retratado na reportagem alcançar seu espaço e mudar sua história, nem bem são citadas.
Pra quê? No Brasil, não temos racismo, não é mesmo? Até porque o negro não existe. É uma construção social…
Quando resgato a história do Joãozinho, os meus leitores doutrinados para acreditar em tudo o que vêem na TV ficam loucos. Joãozinho, aquele self-made man, que é o exemplo de que professores e alunos podem vencer e, com esforço individual, apesar de toda adversidade, “ser alguém na vida”.
(Sobe música triste ao fundo ao som de violinos.)
Joãozinho comia biscoitos de lama com insetos, tomava banho em rios fétidos e vendia ossos de zebu para sobreviver. Quando pequeno, brincava de esconde-esconde nas carcaças de zebus mortos por falta de brinquedos. Mas não ficou esperando o Estado, nem seus professores lhe ajudarem e, por conta, própria, lutou, lutou, lutou (contando com a ajuda de um mecenas da iniciativa privada, que lhe ensinou a fazer lápis a partir de carvão das árvores queimadas da Amazônia), andando 73,5 quilômetros todos os dias para pegar o ônibus da escola e usando folhas de bananeira como caderno. Hoje é presidente de uma multinacional.
(Violinos são substituídos por orquestra em êxtase.)
Ao ouvir um caso assim, não dá vontade de cantar: Sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amoooooooor?
Já participei de comissões julgadoras de prêmios de jornalismo e posso dizer que esse tipo de história faz a alegria de muitos jurados. Afinal, esse é o brasileiro que muitos querem. Ou, melhor: é como muitos querem que seja o brasileiro.
Enfim, a moral da história é:
“Se não consegue ser como Joãozinho e vencer por conta própria sem depender de uma escola de qualidade, com professores bem capacitados, remunerados e respeitados, e de um contexto social e econômico que te dê tranquilidade para estudar, você é um verme nojento que merece nosso desprezo. A propósito, morra!”
Uma vez, recebi reclamações da turma ligada a ações como “Amigos do Joãozinho”. Sabe, o pessoal cheio de boa vontade genuína e sincera, mas que acredita que o problema da escola é que falta gente para pintar as paredes. Um deles me disse que acreditava na “força interior” de cada um para superar as suas adversidades. E que histórias de superação são exemplos a serem seguidos.
Críticas anotadas e encaminhadas ao bispo, que me lembrou de que eu iria para o inferno – se o inferno existisse, é claro.
O Brasil está conseguindo universalizar o seu ensino fundamental, mas isso não está vindo acompanhado de um aumento rápido na qualidade da educação. Mesmo que os dados para a evolução dos primeiros anos de estudo estejam além do que o governo esperava no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), grande parte dos jovens de escolas públicas têm entrado no ensino médio sabendo apenas ordenar e reconhecer letras, mas não redigir e interpretar textos.
Enquanto isso, o magistério no Brasil continua sendo tratado como profissão de segunda categoria. Todo mundo adora arrotar que professor precisa ser reconhecido, mas adora chamar de vagabundo quando eles entram em greve para garantir esse direito.
Ai, como eu detesto aquele papinho-aranha de que é possível uma boa educação com poucos recursos, usando apenas a imaginação. Aulas tipo MacGyver, sabe? “Agora eu pego essa ripa de madeira de demolição, junto com esses potinhos de Yakult usados, coloco esses dois pregadores de roupa, mais essa corda de sisal… Pronto! Eis um laboratório para o ensino de química para o ensino médio!”
É possível ter boas aula sem estrutura? Claro. Há professores que viajam o mundo com seus alunos embaixo da copa de uma mangueira, com uma lousa e pouco giz. Por vezes, isso faz parte do processo pedagógico. Em outras, contudo, é o que foi possível. Nesse caso, transformar o jeitinho provisório em padrão consolidado é o ó do borogodó.
Pois, como sempre é bom lembrar, quem gosta da estética da miséria é intelectual, porque são preferíveis escolas que contem com um mínimo de estrutura. Para conectar o aluno ao conhecimento. Para guiá-lo além dos limites de sua comunidade.
“Ah, mas Sakamoto, seu chato! Eu achei linda a história da Ritinha, do Povoado To Decastigo, que passa a madrugada encadernando sacos de papel de pão e apontando lascas de carvão, que servirão de lápis, para seus alunos da manhã seguinte. Ela sozinha dá aula para 176 pessoas de uma vez só, do primeiro ao nono ano, e perdeu peso porque passa seu almoço para o Joãozinho, um dos alunos mais necessitados. Ritinha, deu um depoimento emocionante ao Globo Repórter, dia desses, dizendo que, apesar da parca luz de candeeiro de óleo de rato estar acabando com sua visão, ela romperá quantas madrugadas for necessário porque acredita que cada um deve fazer sua parte.”
Ritinha simboliza a construção de um discurso que joga nas costas do professor a responsabilidade pelo sucesso ou o fracasso das políticas públicas de educação. Esqueçam o desvio do orçamento da educação para pagamento de juros da dívida, esqueçam a incapacidade administrativa e gerencial, o sucateamento e a falta de formação dos profissionais, os salários vergonhosamente pequenos e planos de carreira risíveis, a ausência de infraestrutura, de material didático, de merenda decente, de segurança para se trabalhar.
Joãozinho e Ritinha são alfa e ômega, a responsável por tudo. Pois, como todos sabemos, o Estado não deveria ter responsabilidade na vida dos cidadãos.
Vocês acham sinceramente que “a pessoa é pobre porque não estudou ou trabalhou”?
Acham que basta trabalhar e estudar para ter uma boa vida e que um emprego decente e uma educação de qualidade é alcançável a todos e todas desde o berço?
E que todas as pessoas ricas e de posses conquistaram o que têm de forma honesta?
Acham que todas as leis foram criadas para garantir Justiça e que só temos um problema de aplicação?
Não se perguntam quem fez as leis, o porquê de terem sido feitas ou questiona quem as aplica?
Como já disse aqui, uma das principais funções da escola deveria ser produzir pessoas pensantes e contestadoras que podem colocar em risco a própria estrutura política e econômica montada para que tudo funcione do jeito em que está. Educar pode significar libertar ou enquadrar – inclusive libertar para subverter.
Que tipo de educação estamos oferecendo?
Que tipo de educação precisamos ter?
Uma educação de baixa qualidade, insuficiente às características de cada lugar, que passa longe das demandas profissionalizantes e com professores mal tratados pode mudar a vida de um povo?
O Joãozinho e a Ritinha acham que sim. Mas eu duvido.
Fonte:
19/07/2014
O que devemos aprender com os alemães
Sete Lições de Empreendedorismo que Aprendemos com a Seleção da Alemanha
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| Conquistando a simpatia |
BY CLAIRE DUMAS
1. Paciência e perseverança
Não é da noite para o dia que você vai alcançar o sucesso. E o mesmo pode se falar de Joachim Löw, atual técnico da Seleção Alemã. Löw trabalha com a seleção desde 2004, quando foi técnico assistente, até que virou técnico titular da jovem seleção alemã, anfitriã da Copa de 2006.
2. Conquiste a simpatia do público local
Se você está entrando no mercado que mal te conhece, é muito importante conquistar a simpatia dos seus clientes. Sorria sempre, converse, seja amigável, mostre interesse por sua cultura e agradeça por ter a oportunidade de estar ali com eles.
3. Ajude a arrumar a festa
Sabe quando você convida seus amigos para um churrasco em sua casa e eles te ajudam? Por mais que você tenha bancado a maior parte das carnes, são aqueles amigos que trazem a sobremesa e ajudam ao lavar a louça que são os que realmente fazem a festa valer a pena.
E esses convidados são os alemães. Vieram para festa, ficaram até o final (e que final!) e ajudaram a arrumar a casa: doaram 10 mil Euros para uma comunidade indígena para a compra de uma ambulância, doaram materiais e móveis para uma escola, financiamento da construção de um campo de futebol para os moradores locais e a doação de 25 bicicletas que eles iriam usar localmente para as crianças.
4. Marketing em mídias sociais
Os jogadores alemães mantiveram um forte engajamento com a torcida brasileira pelas mídias sociais. O tempo postavam mensagens de agradecimento ao povo brasileiro e motivação para a seleção brasileira.
Após a goleada, os jogadores alemães lembraram de sua derrota em 2006, a fim de confortar a derrota dos brasileiros.
5. Trabalho em equipe
Não existe equipe de um homem só. No futebol (e no empreendedorismo também!) o que faz a empresa é a equipe. De nada adianta ter um craque se o resto da equipe não faz nada (e a Seleção Brasileira é a prova disso).
A Seleção Alemã atual é conhecida por não ter craques (o que eu discordo), mas sim por ser uma equipe entrosada e motivada.
Ou seja, você não precisa ter o melhor expert na área para ter a melhor empresa do mundo na área, mas uma boa equipe e com uma boa cultura.
6. Adaptação rápida
Com certeza, na minha opinião, o ponto mais forte da equipe Alemã. A cada jogo a formação tática estava completamente diferente. E mesmo durante a partida a equipe mudava completamente, principalmente o meio de campo. Os alemães souberam se adaptar contra seus adversários, seja apertando a defesa, partindo para o ataque ou aproveitando o contra-ataque.
E como empresário você também tem que saber se adaptar de acordo com a música. Não é porque aquele formato é o que você está acostumado a trabalhar que trará os melhores resultados. Na primeira mudança de comportamento do mercado você tomará o pior tombo de sua vida. Saiba se adaptar.
7. Humildade e Fair Play
A Alemanha chegou quietinha. A mídia chamava a atenção para seleções como Brasil e Espanha, e para jogadores como Neymar, Cristiano Ronaldo e Messi. Sem estrelinhas, a Alemanha só atraiu as atenções após a primeira goleada da Copa contra Portugal em suas primeiras partidas. E nem por isso a Alemanha ficou nos holofotes. Continuaram a fazer seu futebol sem contar vantagem para cima de ninguém.
Com muitos jogos sofridos como Ghana (2×2), EUA (1×0), a surpreendente Argélia (2×1 na prorrogação) e França (1×0), a Alemanha soube reconhecer a qualidade de seu adversário e conquistar a vitória. E mesmo nas goleadas em cima de grandes times como Brasil e Portugal, os alemães mantiveram o perfil quieto e tranquilo.
Um futebol limpo e praticamente sem faltas. Mesmo na final contra a agigantada Argentina, com o drama de chegar na prorrogação sem nenhum gol, a equipe estava firme e forte. Tirando alguns poucos incidentes, fica aqui meus parabéns para a Alemanha e para a Argentina também pelo futebol limpo.
No futebol, no empreendedorismo e na vida, o importante é você fazer o que gosta e o que sabe fazer melhor. Sem precisar apelar para o incorreto. Com habilidade e perseverança, a vitória será sua.
Leia a matéria completa em:
26/06/2014
Palmada ou programas da TV: qual o pior?
Contra a absurda Lei da Palmada
Publicado por Nelci Gomes
Publicado por Joel Pinheiro da Fonseca
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| imagem da web |
Você é a favor de que pais mantenham seus filhos em cárcere privado, sem água, comida e brinquedo, por dias a fio? Não? Então você tem que defender a proibição do castigo no quarto quando ele for malcriado. Colocar no quarto ou no cantinho é uma violência similar à do sequestro.
Achou meio exagerado? É exatamente esse o raciocínio que justificou a Lei da Palmada, ou Lei do Menino Bernardo. Dar uma palmada é torturar; é violentar.
No mundo real, por outro lado, palmada não é tortura e não traz danos às crianças. Como documentado, por exemplo, por Judith Rich Harris em The Nurture Assumption, as evidências a esse respeito em geral não controlam variáveis básicas (ex: influência genética, cultura do meio infantil do qual a criança participa, etc.) e descartam interpretações alternativas: crianças são mais violentas porque apanham mais ou apanham mais porque são mais violentas?
Quando têm algum rigor, os resultados são fracos, e sempre do tipo: crianças que levam palmada podem ser um pouco mais briguentas.
Mas veja: mesmo que haja algumas consequências negativas, nem por isso se segue que a palmada jamais deva ser usada. A necessidade de controlar a criança no presente pode justificar um pequeno desvio de comportamento futuro. (Ou por acaso é um dever moral deixar que os pimpolhos dominem o lar?) Esse tipo detrade-off é normal na criação dos filhos.
Peguemos exemplos de outras áreas. Ao levar o filho para a praia ou para uma piscina, os pais estão conscientemente aumentando o risco de morte da criança. Mesmo assim, julgam que a diversão daquele momento justifica o risco. Ao levar o filho para a casa da avó pra passar a noite, os pais voluntariamente aumentam as chances de o filho morrer ou de ter sequelas pela vida toda (ao colocá-lo num carro) para que possam desfrutar uma noite a dois. É tão horrível assim? Não. É natural.
Pequenos riscos e danos fazem parte da vida, e podem ser justificados por ganhos significativos em outras áreas. Da mesma forma, manter a paz no presente pode justificar um microaumento da probabilidade de que o filho arrume briga no parquinho.
A palmada é apenas uma alternativa para coibir maus comportamentos. Não é das melhores. Depender menos dela é bom. Aliás, quanto mais palmada se dá, menos eficaz ela se torna. Sua vantagem é ser uma punição imediata com baixo custo e alto poder de coibir malcriação. O castigo, a conversa séria, o "tirar brinquedos" também funcionam em diferentes contextos, mas todos exigem mais tempo e esforço dos pais, que às vezes estão exaustos demais. Às vezes, nada como uma boa palmada, ainda que não seja a ferramenta ideal.
Palmada é como ter um pneu remoldado de estepe. Pior e menos seguro, mas, quando necessário, quebra um galho; melhor com ele do que sem.
O ideal da criação sem palmada pode até ser admirado, mas na maioria dos casos não é realista e por isso não deveria em hipótese alguma ser obrigatório. A proibição só serve para abolir uma ferramenta dos pais, tornando a criação dos filhos algo mais cansativo, sem dar nada em troca. Com essas e outras neuroses perfeccionistas que assolam a relação entre pais e filhos, dá pra entender por que ninguém mais quer tê-los.
A proibição depende de imaginar um mundo fantasioso da infância perfeita; trata-se de algo similar à mentalidade que proibiu a propaganda infantil (que, como todo mundo sabe de primeira mão, é coisa inofensiva). Nesse sentido, a escolha da Xuxa como garota-propaganda foi perfeita: uma eterna adolescente que vive num mundo de fantasias infantis e conta com serviçais para toda e qualquer tarefa; e cuja filha, aos 15 anos, ainda tem babá.
O conteúdo da lei é só o começo dos problemas. É preciso implementar a proibição. E como é que a Justiça vai descobrir se a palmada ainda vigora nos lares? A princípio, é mais uma lei que não pegará.
Ou será que o estado vai levá-la a sério? Nesse caso, e na ausência de Fiscais da Família visitando-nos toda semana pra interrogar as crianças (ainda é cedo pra isso — quem sabe em 2050), a única saída é estimular a cultura da delação. Seus vizinhos, seus parentes, seus conhecidos; não arrume confusão com eles, ou já sabe…
Ensinamos as crianças a recorrerem à autoridade ao primeiro sinal de conflito, como se fosse um reflexo. Agora instaremos os adultos a fazê-lo também. Não é a primeira vez. Pode ter certeza de que interessa ao estado quebrar laços de confiança entre as pessoas. Quanto mais as pessoas confiam umas nas outras, menos o poder estatal é necessário. Já tivemos os Fiscais do Sarney, agora podemos ressuscitá-los, não para multar comerciantes, mas para arruinar famílias. Belo e moral!
Entre a lei que não pega e a vigilância totalitária, minha mulher apontou uma terceira alternativa, e essa é minha aposta. Para o grosso das pessoas, a lei não vai pegar. A vida seguirá como sempre. O custo social da implementação é alto demais. Mas, de vez em quando, quando um conflito ou desavença surgir, a possibilidade de delatar a palmada às autoridades será mais uma opção do cardápio; mais uma tática possível no arsenal de militantes bem-intencionados ou vizinhos invejosos. Virá à tona especialmente em disputas virulentas pela guarda dos filhos.
A Lei do Menino Bernardo entrará, assim, no rol das leis hipócritas: aquelas que ninguém espera que sejam seguidas, mas que continuam valendo quando convém. Como a Lei Seca. Desastrosa se aplicada de verdade, ela é aplicada arbitrariamente, de vez em quando. Sobrevive como um pequeno exercício de poder para ferrar a vida de algum azarado.
Agora não há mais escolha: ou se opera no (suposto) ideal, ou se está quebrando a lei e pode-se perder a guarda dos filhos e até mesmo ir para a cadeia por um período de 1 a 4 anos.
Mas me digam, o que será pior para uma criança: levar uma palmada no bumbum ou ser tirada à força de seus pais, dada aos cuidados da Assistência Social, ir e vir a tribunais familiares, e ser repassada a uma nova família?
Sendo assim, todo mundo que levou palmada na infância tem agora apenas duas opções: apontar o dedo na cara da mãe e dizer que ela é uma criminosa e que deveria ter sido presa, ou protestar em alto e bom som contra essa lei imbecil.
Paciente será indenizado por cirurgia marcada e não realizada
Publicado por Jornal da Ordem - Rio Grande do Sul -
No dia marcado, o autor foi internado e encaminhado para a sala de cirurgia, onde foi-lhe aplicada anestesia No entanto, às 13h do dia seguinte, foi informado do cancelamento do procedimento, pois o médico não compareceu para realizá-lo
Os recursos interpostos pelo Estado de Mato Grosso do Sul e pelo Município de Campo Grande contra P R de A P foram negados, por unanimidade, pela 5ª Câmara Cível, nos termos do voto do relator O autor contou que, no início de 2009, sofreu uma queda que causou a ruptura de um tendão em seu ombro direito e que, em virtude disso, precisava passar por cirurgia Após entrar com processo judicial para obter o direito ao procedimento, teve a cirurgia agendada
Ele conta que no dia marcado foi internado e encaminhado para a sala de cirurgia, onde foi-lhe aplicada anestesia No entanto, às 13h do dia seguinte, foi informado do cancelamento do procedimento, pois o médico não compareceu para realizá-lo Em seguida, foi liberado sem maiores esclarecimentos
O hospital remarcou a intervenção, mas, ao ser submetido à nova avaliação, o médico constatou que a cirurgia não era mais indicada, pois, em virtude do tempo decorrido, o tendão já estava em processo degenerativo Diante da situação, P R de A P propôs ação de indenização, na qual pediu R$ 51 mil como ressarcimento pelos danos sofridos
Considerando o descaso decorrente do cancelamento do procedimento e o sofrimento psicológico vivenciado pelo requerente, o juiz de piso acolheu o pedido do autor e condenou os requeridos ao pagamento de R$ 7 mil a título de indenização por danos morais
Insatisfeitos com a deliberação, o Estado de Mato Grosso do Sul e o Município de Campo Grande apelaram da decisão Em suas razões, o Estado sustentou que não há dever de indenizar, pois encaminhou regularmente o apelado para a cirurgia, não tendo esta sido realizada por fatos alheios à sua vontade, o que considera ser uma excludente de ilicitude por ato de terceiro O apelante também questionou o valor da condenação e pediu sua minoração
O Município, por sua vez, alegou não haver nexo causal que gere o dever de indenizar, já que as sequelas são reversíveis e a lesão pode ser tratada com fisioterapia e musculação Acrescentou que o Município não pode ser responsabilizado por ato de um profissional do quadro do Hospital Regional, uma vez que este é administrado pelo Estado de Mato Grosso do Sul Por fim, postulou pela redução da condenação
Para o relator, desembargador Luiz Tadeu Barbosa Silva, os apelantes não têm razão "A situação, além de grave, mostrou-se demasiadamente constrangedora e prejudicial aos interesses autorais, sendo o valor de R$ 7 mil adequado ao fim a que se destina, qual seja, compensar a vítima pelo transtorno, bem como reprimir a reprovável conduta dos recorrentes e desencorajá-los a nova postura negligente de igual natureza, protegendo assim não só os interesses do autor, bem como de outros potenciais usuários do Sistema Único de Saúde SUS Logo, atendendo o valor indenizatório arbitrado na instância singela às particularidades do caso concreto, estando adequado ao fim a que se destina, inexiste motivo para que se proceda a sua reforma, devendo ser mantido", determinou o desembargador
Processo nº 0053593-8220108120001
20/06/2014
Projeto piloto prevê conversas com crianças para despertar a inteligencia social
“As conversas ajudam a desenvolver a autoestima das crianças, elas aprendem a mudar a própria perspectiva”
Escola nos EUA inclui aula
de caráter no currículo
Para dar confiança a alunos, projeto piloto prevê conversas sobre funcionamento do cérebro, meditação e oficinas para pais
POR TATIANA KLIX
A rede de escolas charter KIPP (Knowlegde is Power Program), fundada em 1994 nos Estados Unidos, tem como meta levar seus alunos – 86% são de famílias pobres – até a universidade. Para garantir que todos tenham confiança de que são capazes de aprender, não aposta apenas no rigor acadêmico, mas promove diferentes atividades para despertar entusiasmo, perseverança, autocontrole, gratidão, otimismo, inteligência social e curiosidade em seus alunos. Dentro desse contexto, uma de suas 141 escolas, a KIPP Infinity Middle School, no Harlem, em Nova York, decidiu radicalizar o ensino de competências socioemocionais e criou, há dois anos, uma aula diferente: de caráter.
“Nós sentimos que, se não ensinarmos caráter explicitamente, não podemos esperar que eles [os alunos] adquiram isso”, afirmou ao Porvir a diretora da escola e professora dessas classes, Leyla Bravo-Willey.
O projeto desenvolvido pela professora em parceria com um centro de estudos de socioemocionais da Universidade da Pensilvânia ainda está em fase piloto e estabelece um currículo abrangente. Para desenvolver o caráter dos alunos, a escola aposta no ensino de habilidades não cognitivas – como comunicação, resiliência e determinação – em todas aulas, oficinas para pais e momentos de trocas entre os estudantes chamados de Kipp Circles.
As classes de caráter acontecem duas vezes por semana para as 5ª e 6ª séries e nelas Leyla dá aulas expositivas para mostrar aos alunos como eles são capazes de aprender, como podem enfrentar seus pontos fracos, como devem estabelecer relações saudáveis com outras pessoas e como podem usar a mente para conseguir o que querem. Não se trata de uma simples lição de autoajuda, garante a professora, mas momentos para se fazer conexões com a ciência e explicar como o cérebro funciona, desenvolver técnicas de meditação, concentração e até praticar yoga. “Primeiro, eu explico os conceitos e depois faço com que eles pratiquem”, conta a diretora da Infinity Middle School.
Em uma aula sobre como enfrentar pontos fracos, por exemplo, a professora perguntou como os alunos se sentiam quando eram os últimos a serem escolhidos para formar um time de basquete. Alguns responderam algo como “Que saco, eu de novo no fim”, mas alguém disse “Não tô nem aí, sou bom mesmo no futebol”. Segundo Tonia Casarin, mestranda brasileira em educação na Universidade de Columbia que acompanha o projeto piloto na escola de Nova York, as diferentes reações fazem os alunos se darem conta de como podem pensar diferente. “As conversas ajudam a desenvolver a autoestima das crianças, elas aprendem a mudar a própria perspectiva”, diz.
Esse tipo de reflexão não acontece apenas nas classes específicas de caráter, mas durante todas as atividades da escola. Os professores da Infinity Middle School são preparados a relacionar questões socioemocionais com conteúdos cognitivos. Assim, numa aula de inglês, os alunos analisam as características dos personagens dos textos que leem, e nas de história, discutem motivações por trás de fatos importantes. Além disso, antes mesmo da criação das aulas de caráter, já ocorriam os Kipp Circles, períodos de 20 a 30 minutos em que as turmas são divididas em grupos e os alunos devem trocar ideias e ajudar uns aos outros a melhorar suas atitudes e resultados acadêmicos. “Nos círculos os alunos discutem o que entenderam das minhas aulas e se estão aplicando o que aprenderam”, explica Leyla.
Como resultado, a expectativa é que as crianças mudem de atitude também em casa. Por isso, os pais são chamados no início do ano para um workshop em que são apresentados ao conteúdo que será ensinado e como isso será feito. A professora também dá dicas de como eles podem dar suporte aos seus filhos. “Alguns pais ajudam, outros não. Mas a nossa missão é fazer com que mesmo os que são oriundos de famílias disfuncionais saibam lidar melhor com isso. O fato de uma criança não ser incentivada a estudar em casa não significa que ela não deva ter acesso a boa educação. Nossa meta é garantir que todos tenham acesso”, diz a diretora.
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04/06/2014
Novo tratamento de lesões medulares chega ao Brasil.
Cirurgia
que pode recuperar movimentos em paraplégicos chega ao Brasil
O
procedimento, realizado anteriormente apenas na Suíça, Áustria, Alemanha e
França, foi aplicado com sucesso em quatro brasileiros
POR Juliana Santos
Uma nova opção para tratamento de lesões medulares chega ao
Brasil. Médicos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e do Hospital
São Paulo (HSP) divulgaram nesta quarta-feira uma técnica que combina
conhecimentos da ginecologia e da neurologia para ajudar pacientes
paraplégicos e tetraplégicos a recuperar movimentos e funções corporais, como o
controle da bexiga. Chamado Implante Laparoscópico de Neuroestimulador (Lion,
na sigla em inglês), o método havia sido realizado apenas em quatro países
(Suíça, Áustria, Alemanha e França) e foi testado em quatro brasileiros.
08/05/2014
Dengue: aumento de casos em São Paulo e Campinas
esclareça 12 dúvidas sobre a doença
Aumento de casos em 2014 afetou cidades como São Paulo e Campinas — esta última vive a pior epidemia da de sua história
POR Vivian Carrer Elias
Algumas cidades brasileiras — especialmente São Paulo e Campinas — sofreram com numerosos casos de dengue neste ano. Nos quatro primeiros meses de 2014, a capital registrou mais notificações da doença do que no ano passado inteiro, enquanto Campinas viveu a maior epidemia de dengue de sua história.
Os números registrados neste ano assustam. Até a quarta semana de abril, foram notificados 3.730 casos em São Paulo em 2014 — entre eles, o de uma vítima fatal —, a maioria em bairros da Zona Oeste. Em todo o ano de 2013, para efeito de comparação, houve 2.617 registros na cidade, um número 42,5% menor do que neste ano. Na semana passada, o secretário municipal de Saúde, José de Filippi Junior, afirmou que a epidemia já estava controlada na capital. O número de notificações diminuiu de 804 na primeira semana de abril para catorze nos últimos sete dias do mês.
Já em Campinas, nos primeiros quatro meses de 2014 houve 17.100 casos de dengue, segundo dados divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde em 29 de abril. Esse número já é 145% maior do que o registrado no ano passado inteiro (6.976 casos) e 50% mais elevado do que em 2007, ano da pior epidemia da doença no município até então. Até a última semana, Campinas havia confirmado duas mortes pela doença. Como na capital, as notificações começaram a diminuir, embora ainda estejam elevadas — caíram de 5.764 novos casos nas duas primeiras semanas de abril para 3.136 na ultima quinzena do mês.
A incidência de dengue é maior em épocas de calor e chuva — ou seja, no verão. Ainda não está claro o que fez com que os números da doença aumentassem tanto nessas regiões após o fim da estação. Uma das razões pode ser climática. "No começo deste ano fez muito calor e as chuvas aconteceram em épocas diferentes. Aparentemente, o mosquito gostou desse clima e se multiplicou mais", diz Ésper Kallás, infectologista do Hospital Sírio-Libanês.
As principais dúvidas sobre a dengue
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07/05/2014
Água infectada em Goiânia pode matar
Povo bebe água imprópria para o consumo humano
A água de Aparecida de Goiânia (GO) está infectada por bactérias que causam várias doenças e oferecem riscos até de morte. Centenas de laudos denunciando os perigos estão em poder do Ministério Público, que acusa pela contaminação a Saneago, a Prefeitura, o Estado e a AGR – Agência Goiana de Regulação
Perigosas bactérias contaminaram as águas consumidas pela população de Aparecida de Goiânia – as de cisternas e as fornecidas pela Saneago. Cerca de 60% delas são consideradas impróprias para o consumo humano porque podem causar doenças graves e até mortais.
A denúncia é do Ministério Público e está embasada em centenas de análises feitas pelo Laboratório de Saúde Pública Dr. Giovanni Cysneiros (Lacen/GO). O MPE acusa pela contaminação a Saneago, Prefeitura, o Estado e a AGR – Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos.
Os Laudos Insatisfatórios do Lacen revelam que na maioria das águas de Aparecida, inclusive nas fornecidas pela Saneago, existe a perigosa bactéria Escherichia Coli. A presença dessa bactéria indica contaminação fecal, e nesse estágio, a água provoca doenças que levam a morte.
O caso resultou em processo do Ministério Público contra a Saneago, Prefeitura, o Estado e a AGR. A Ação Civil Pública foi proposta pelo promotor de Justiça Élvio Vicente da Silva, da 9ª Promotoria de Aparecida (Defesa do Patrimônio Público, Consumidor e Difusos).
A farmacêutica bioquímica Marlúcia Catúlio disse em depoimento ao promotor Élvio Vicente, que a situação de Aparecida é de alerta e que o município detém o nível mais alto de contaminação em Goiás. Segundo ela, quando a Escherichia Coli é encontrada na água, o produto já está infectado por inúmeras outras bactérias.
Todas as amostras coletadas pelo Lacen nas águas de Aparecida acusam a existência da bactéria Escherichia Coli, e por isso, a água não poderia estar sendo ingerida pelas pessoas. “A situação é de calamidade”, alerta o promotor de Justiça.
As doenças do descaso
O promotor Élvio Vicente constatou que mais de 80% da população de Aparecida não possui rede de esgoto e é obrigada a conviver com o mal cheiro exalado das fossas, ficando a mercê de doenças e mortes provocadas pelas águas infectadas das cisternas.
Ele afirma que em vários bairros, a água consumida pelo povo é extremamente nociva a saúde. A sua conclusão é comprovada por depoimentos de moradores e centenas de laudos enviados a 9ª Promotoria de Justiça e anexados ao processo.
Os esgotos a céu aberto colocam a população em constante risco de contrair doenças como a diarréia, desidratação, hepatite 'A', esquistossomose, febre tifóide, febre paratifóide, amebíase, ascaridíase e cólera, dentre outras. O meio ambiente também é vítima, pois rios e peixes estão morrendo vitimados pela contaminação.
A omissão da Saneago na prestação de serviços obrigou os aparecidenses a fazer cisternas e fossas provisórias e elas contaminaram todo o lençol freático da cidade, provocando graves danos a saúde e ao meio ambiente, afirma Élvio Vicente. Vale lembrar, a empresa de saneamento tem a concessão dos serviços a três décadas.
O processo que une na condição de réus a Saneago, Prefeitura de Aparecida, Estado e AGR teve início depois que diversos presidentes de bairros procuraram a 9ª Promotoria de Justiça para denunciar a péssima qualidade da água consumida nas regiões que eles representam.
O promotor de Justiça instaurou Inquérito Civil Público, confirmou as denúncias pelas análises, propôs a Ação Civil Pública e nela, ele é categórico quando afirma: “É um absurdo a situação a que estão submetidos os moradores de Aparecida, “obrigados a tomar água contaminada por bactéria indicadora de contaminação fecal”!
Jovem ficou cega e culpa contaminação
A presidente da Associação das Mães do Village Garavelo II, Jorgina Maria das Dores, denunciou ao promotor Élvio Vicente que uma moça moradora do bairro ficou cega de um olho por causa de um caramujo que vive na água.
No setor Morada dos Pássaros, pessoas contraíram diarréias e dores de estômago por ingerir água infectada. O Controle de Zoonoses e Vigilância Sanitária atestam que de sete amostras de água do setor, seis não atendem aos padrões bacteriológicos de potabilidade.
Dez amostras de água do bairro Residencial Norte Sul foram examinadas pela Universidade Federal de Goiás. O resultado é assustador: todas foram consideradas impróprias para o consumo, pois um lixão existente no setor Caraíbas contaminou o lençol freático da região.
Segundo o presidente do bairro Cardoso II, o esgoto do setor é a céu aberto e os dejetos dele vão direto para o Rio Tamanduá, que está infectado. A falta de saneamento causa a proliferação do mosquito da dengue e o risco de contaminação de várias doenças.
No bairro Mansões Paraíso, onde a Saneago também não implantou rede de esgoto, os dejetos de cozinha e de vasos sanitários são lançados diretamente nas ruas. Élvio Vicente afirma, a situação é grave em praticamente todos os barros de Aparecida, inclusive no centro da cidade.
Saneago monopoliza o sistema
A Saneago, que possui concessão para implantar redes de água tratada e de esgoto no município por mais 30 anos – a três décadas ela detém o monopólio dos serviços –, é acusada de inércia e morosidade, pois a maioria dos bairros não dispõe do sistema e onde ele existe, funciona de forma precária.
Segundo depoimentos de presidentes de bairros, o serviço prestado pela empresa é defeituoso, falta água constantemente e quando ela volta, desce suja e barrenta, totalmente sem condições de ser ingerida.
Os aparecidenses ouvidos no Ministério Público dizem que quando a Saneago quebra o asfalto para consertar canos, não o recupera, deixa os moradores sofrendo com as ruas esburacadas e não indeniza ninguém pelos transtornos.
Os cortes no fornecimento de água pela Saneago faz aumentar a conta no final do mês. O esquema ocorre porque a rede fica com ar comprimido, fazendo girar a rotação do medidor mesmo sem o uso da água.
Canos estourados, tubulação inferior que não resiste a pressão da água são algumas das centenas de reclamações feitas contra a Saneago no MP. Em muitos bairros onde existe rede de água tratada, ela também está contaminada, conforme os Laudos Insatisfatórios do Lacen.
Cobrança de tarifa pode ser suspensa
O MP requer, via liminar, que a Saneago pare de cobrar a conta de água dos consumidores, enquanto o produto for considerado impróprio para o consumo. Se o Judiciário atender o pedido, a cobrança da tarifa fica suspensa até que a água seja descontaminada.
O promotor Élvio Vicente quer que a Saneago, Prefeitura, Estado e a AGR sejam condenados a pagar no mínimo R$ 1 milhão de indenização por danos morais coletivos. Ele entrou com pedido de liminar requerendo a elaboração, em seis meses, de um plano de saneamento básico, com a participação dos presidentes de bairros.
O projeto visa dotar 100% da cidade com rede de água tratada e de esgoto e deve ser executado em menos de dois anos. Élvio Vicente requer ainda a implantação e o funcionamento, em caráter de emergência, da Estação de Tratamento de Esgoto – ETE.
Outro pedido na Ação objetiva que a Prefeitura trabalhe em conjunto com a Saneago para implantar serviços de infraestrutura em todo o município, incluindo drenagem pluvial, coleta, afastamento e tratamento de esgoto. O promotor requer urgência em todas as medidas a ser adotadas para solucionar a situação, que ele qualifica de caótica.
O Procon deverá ser notificado para acompanhar o andamento do processo e tornar pública todas as ações da Saneago e da prefeitura de Aparecida. A “Ação Civil Pública de Obrigação de Fazer” tramita na Vara da Fazenda Pública sob o número 278692-24.2010.
Prefeitura contesta Ação do MPE
O secretário de Infraestrutura de Aparecida, Mário Vilela, alega que a Saneago, por ter a concessão dos serviços, é a responsável não só pela implantação de rede de água, como também tem toda a responsabilidade sobre a qualidade do produto fornecido a população aparecidense.
Mário Vilela afirma ainda que, devido os serviços estarem a cargo da Saneago, a prefeitura não pode responder a nenhuma Ação Civil Pública por falta de rede de água ou pela contaminação delas.
O secretário informa, contudo, que a Agência de Saneamento de Aparecida – ASA, órgão criado no ano passado pelo prefeito Maguito Vilela, está responsável pela fiscalização dos serviços e regulamentação da área de saneamento básico. Cabe a Agência fiscalizar inclusive a atuação da Saneago em Aparecida.
Por que o povo aparecidense é obrigado tomar água infectada pela bactériaEscherichia Coli, indicadora de contaminação fecal, conforme provam centenas de análises em poder do MPE?
Mário Vilela – A responsabilidade sobre esse problema é totalmente da Saneago, já que é ela quem fornece a água e faz todo o tratamento do produto antes de levar à casa do consumidor. É evidente que estamos preocupados com essa situação e o prefeito Maguito Vilela (PMDB) já cobrou providências da Saneago, não apenas quanto à qualidade da água, como também em relação à extensão das redes de água de forma a atender toda a população, e não apenas os 68% dos moradores que atualmente são beneficiados com o serviço.
A ACP do MPE, movida também contra a Saneago, o Estado e a AGR, requer que a prefeitura implante saneamento básico em 100% da cidade, em menos de dois anos. É possível cumprir essa determinação, se o Judiciário atender o pedido do Ministério Público?
Mário Vilela – O prefeito Maguito Vilela está determinado em levar água tratada e esgoto sanitário para 100% da população do município. Ele já esteve com o presidente da Saneago em várias oportunidades para cobrar a extensão do serviço, já que, legalmente, é a estatal quem está com a concessão do saneamento básico na cidade.
A prefeitura pensa em retirar a concessão da Saneago, que detém o monopólio dos serviços a 30 anos e renovou contrato na administração passada para continuar atuando por mais 30 anos no município?
Mário Vilela – A Saneago opera o serviço no município desde 1974, quando a Lei Municipal nº 98/74 autorizou a outorga do serviço de água e esgoto na cidade. A concessão foi renovada em 2005, ou seja, na administração anterior à do prefeito Maguito Vilela.
Entretanto, sabendo das dificuldades da estatal em atender toda a demanda da população, o prefeito Maguito criou no ano passado, com a aprovação da Câmara Municipal, a Agência de Saneamento de Aparecida (ASA), que é uma autarquia municipal responsável pela fiscalização dos serviços e regulamentação da área de saneamento básico, incluindo a atuação da Saneago com a demanda da necessidade dos moradores.
Além de criar a ASA, o prefeito Maguito Vilela, juntamente com os prefeitos de Rio Verde, Luziânia, Jataí e Trindade, cujas cidades, em comum possuem uma grande densidade populacional e baixos índices na área de saneamento, se reuniram com o presidente da Saneago e cobraram os investimentos necessários para levar a água tratada e o esgoto sanitário para toda a população.
O presidente da Saneago prometeu atender as reivindicações dos prefeitos. No caso específico de Aparecida, se a estatal não atender as demandas da população, o prefeito Maguito Vilela poderá interromper a concessão e realizar o serviço de saneamento básico pelo próprio município, por meio da nova Agência de Saneamento de Aparecida.
Por que grande parte da população não conta com rede de esgoto e de água tratada, se todos pagam impostos?
Mário Vilela – Os impostos municipais, como o IPTU, o ITR, entre outros, não incluem os serviços de saneamento básico. A água tratada e o esgoto sanitário são pagos pelo consumidor conforme a demanda de cada família. A tarifa é estipulada pela própria Saneago, conforme autorização da agência nacional do setor.
Aparecida de Goiânia é o segundo maior município do Estado em população, com mais de 530 mil habitantes, porém é o quinto em arrecadação. É notório que os recursos do município não são suficientes para atender toda a demanda que a população necessita.
Falta dinheiro no caixa da prefeitura para implantar esses serviços básicos e essenciais para uma boa qualidade de vida?
Mário Vilela – A implantação do saneamento básico no município é realizada com recursos de financiamentos de diversos organismos financeiros, como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, entre outros. Os investimentos são pagos ao longo do tempo por meio da exploração do serviço.
Mesmo com as dificuldades econômicas, conseguimos realizar grandes obras de infraestrutura, como pavimentação asfáltica, construção de pontes de bueiros, escolas, galerias de água pluvial, construção de praças, entre outras, que tem melhorado a qualidade de vida da população. (sic).
Publicado por Edna Santos
Repórter investigativa; autora dos livros "A Reportagem Proibida" - a obra está censurada pela Justiça -
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Seneago
30/04/2014
Uma república socialista?
Fonte site da CNBB:
HTTP://WWW.CNBB.ORG.BR/OUTROS/ DOM-ALOISIO-ROQUE-OPPERMANN/ 13598-UMA-REPUBLICA-SOCIALISTA
"DOM ALOÍSIO ROQUE OPPERMANN
ARCEBISPO EMÉRITO DE UBERABA (MG)
HTTP://WWW.CNBB.ORG.BR/OUTROS/
"DOM ALOÍSIO ROQUE OPPERMANN
ARCEBISPO EMÉRITO DE UBERABA (MG)
Se os serviços públicos são geridos por empresas particulares, ou pelo governo,
é uma questão de eficiência. Não é de ideologia política. Mas não esqueçamos
que os serviços públicos "gratuitos" alguém os precisa pagar. A
passagem de ônibus eu posso pagar do meu bolso, diretamente para a companhia
particular, que presta esse serviço. Ou eu entrego essa mesma
contribuição ao governo, para que ele a administre. Não existe jantar gratuito.
O socialismo sempre fascinou a mente humana, porque parece ser mais justo, e
atender melhor à
parte mais pobre da humanidade. Isto, precisamente, sempre foi o ponto fraco do
capitalismo: não ter plano de salvação para os perdedores. Mas o socialismo
carrega
consigo uma mancha execrável. Não é capaz de respeitar o que é inerente ao ser
humano, que é a sua liberdade. Como não conseguirá jamais se estabelecer com a
concordância
dos cidadãos, precisa se impor à força. As cabeças de quem pensa, e é cioso em
permanecer livre, rolam inexoravelmente. Esse regime é o mais catastrófico da história,
tendo assassinado mais de 80 milhões de rebeldes. Tornou-se uma mancha na
história da humanidade.
No Brasil, alegremente estamos correndo para os braços das ditaduras. Sem pejo
nenhum, e sem falsete no rosto dos nossos dirigentes, temos relações
diplomáticas preferenciais com nações, onde as liberdades individuais são uma
quimera. As visitas oficiais a certos países, de
visceral princípio socialista, são uma constante. A importação de médicos
estrangeiros (não quero duvidar de sua competência profissional), tem como
objetivo acostumar
nossa população com as belezas do socialismo. Os gastos financeiros com doações
em favor de nações mais pobres (todas socialistas), são uma constante. Os Black
Blocs, quebrando com grande satisfação os Bancos, mostram que já estão
infectados com esse vírus, francamente anti-livre mercado. Os que querem os
serviços públicos todos gratuitos, vivem de um delírio deplorável. Tudo está sendo
feito à luz do sol. Os condutores da nação terão o
direito de dizer: "eu avisei". É muito provável que entre os
condenados pelos crimes do mensalão, já se encontrem aqueles que, no futuro,
serão os dirigentes da Nação."
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