O Projeto Piloto aqui apresentado objetiva despertar nos pais o interesse na criação de Associações, em seus Condomínios, que incentivem a solidariedade, o afeto e a valorização das crianças e adolescentes para mantê-los longe das drogas, da violência e de outras ameaças à sua integridade. Cuidar de nossas crianças e adolescentes significa abrir espaços de ação criativa e transformadora da realidade social, pois eles são o futuro do Brasil, do Mundo! Cuidar de nossos idosos é cuidar de uma parte de nós mesmos.
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14/07/2012

Filhos no Crack: Sob o Olhar de Mães

Escrito por Simone Adriana Vasconcelos Sobral e Monica Silva Silveira          |

1. Introdução
O consumo de substâncias psicoativas, lícitas e ilícitas, é um dos mais preocupantes problemas de saúde pública no mundo. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima em até 270 milhões os usuários de drogas ilegais. Desse total, pouco menos de 10% podem ser classificados como dependentes ou “usuários de drogas problemáticos” e calcula-se que até 263 mil deles, principalmente jovens, morram anualmente, a metade por overdose (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2011).

No Brasil, a gravidade aumenta quando se trata do tratamento dos usuários de crack pois o país não se preparou para tratar os dependentes desta droga. Além das dificuldades inerentes ao atendimento médico e psicológico aos usuários, a rede de tratamento é pequena, precária e com profissionais pouco qualificados. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), um país deve ter leitos para saúde mental suficientes para internar 0,5% de sua população, o que no Brasil, seriam 950 mil leitos. Todavia, o país tem cerca de 32,7 mil. Tal situação é decorrente da situação migratório, em que o país se encontra, ou seja, desde 2002, de um modelo baseado na internação para outro voltado para atendimento ambulatorial (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2011).

As dificuldades do tratamento são intensificadas muitas vezes pela falta de apoio de famílias desarticuladas, soma-se um sistema púbico de saúde particularmente desaparelhado para tratar a dependência química.

Os aspectos descritos acima levaram ao seguinte questionamento: qual o cotidiano das mães cujos filhos são dependentes do crack? Baseando-se nos questionamentos descritos e compreendendo a necessidade de uma investigação acerca do uso do crack e as repercussões nas relações familiares, busca-se analisar esse uso sob o olhar de mães.
São objetivos específicos deste estudo: identificar as mudanças na dinâmica familiar a partir do enfrentamento das drogas; analisar as mudanças que ocorreram na dinâmica familiar de mães cujo(s) filho(s) é(são) usuário(s) de crack; verificar como as mães lidam com as situações geradas pelo filho, usuário de crack; identificar as esferas física, psíquica e social das mães pesquisadas, abordando suas perspectivas para com os filhos.

Fonte: Filhos no Crack Sob o Olhar de Mães - Saúde Mental - Psicopatologia - Psicologado Artigos http://artigos.psicologado.com/psicopatologia/saude-mental/filhos-no-crack-sob-o-olhar-de-maes#ixzz20cMnCDP4

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26/12/2011

Carentes do Brasil

O Brasil tem atualmente 36.551 crianças e adolescentes vivendo em abrigos ou estabelecimentos mantidos por organizações não governamentais. É o que aponta o Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Acolhidos (CNCA), criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para monitorar as políticas de acolhimento na área da infância e juventude. O dado refere-se ao dia 12 de dezembro.
Esse último levantamento indica aumento no número de crianças e adolescentes em unidades de acolhimento em comparação com o mês passado. Dados de 10 de novembro mostravam a existência de 35.894 crianças e adolescentes em abrigos e demais estabelecimentos.

Ler mais:


Assista a este vídeo e veja como as crianças reagem a um prato vazio.

01/12/2011

Criança: o ChildFund Brasil acredita. Eu também!

“O ChildFund Brasil acredita que a abordagem com foco na criança, sustentada pela participação e pelo envolvimento da comunidade, é a melhor maneira de gerar impactos positivos em curto e longo prazos.
O desenvolvimento de intervenções essenciais às crianças ao longo de suas vidas, desde o nascimento até a idade adulta, é fundamental para que elas desenvolvam capacidades e se tornem jovens, adultos e líderes em condições de promover mudanças perenes e positivas em suas vidas e nas comunidades onde vivem.”

Leia AQUI

24/11/2011

Gerações de ignorantes

“O que importa é que esta sede de conhecimento
me deu preparo para ser uma pessoa consciente ...
preparada para a vida.”(Romário)

Bolsonaro questiona se Dilma é homossexual 

TV Câmara | 24.11.2011 
O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) criou nova polêmica na Câmara dos Deputados hoje ao questionar a sexualidade da presidente Dilma Rousseff em discurso no plenário 





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Será que Bolsonaro questiona, mesmo?

Na verdade, a mim nada interessa a opção sexual de quem quer que seja, entretanto, acho que esse assunto é para ser abordado entre os  filhos e os  seus  pais, ou entre as crianças e os seus cuidadores diretos, e não na escola. Também não entendi a fala de Bolsonaro  como sendo de  questionamento da homossexualidade da presidente, mas sim,  sobre  sobre a publicidade do seu amor à causa.

Como Bolsonaro, sou contra o "Kit Gay".  A Escola tem a obrigação de orientar sobre o preconceito, sobre a homofobia, sobre o blullyng.
A escola tem a obrigação de levar a criança a interessar-se pelo “conhecimento”   afim de prepará-la para a vida, e não incitá-la às práticas homossexuais. 
Vou colocar, aqui, parte da entrevista do deputado Romário, concedida ao repórter Cosme Rímoli, da TV Record.
Leia, pense, analise:

O Brasil só vai deixar de ser um país tão atrasado quando a educação for valorizada.
O professor é uma das classes que menos ganha e é a mais importante.
O Brasil cria gerações de pessoas ignorantes porque não valoriza a Educação. E seus professores.
Não há interesse de que a população brasileira deixe de ser ignorante.
Há quem se beneficie disso.
As pessoas que comandam o País precisam passar a enxergar isso.
A Saúde é importante? Lógico que é.
Mas a Educação de um povo é muito mais.
- Essa ignorância ajuda a corrupção? Por exemplo, que legado deixou o Pan do Rio?
Você não tenha dúvidas que a ignorância é parceira da corrupção.
Os gastos previstos para o Pan do Rio eram de, no máximo, R$ 400 milhões.
Foram gastos R$ 3,5 bilhões.
Vou dar um testemunho que nunca dei.
Comprei alguns apartamentos na Vila Panamericana do Rio como investimento.
A melhor coisa que fiz foi vender esses apartamentos rapidamente.
Sabe por quê?
A Vila do Pan foi construída em cima de um pântano.
Está afundando.
O Velódromo caríssimo está abandonado.
Assim como o Complexo Aquático Maria Lenk...
É um escândalo! Uma vergonha!
Todos fingem não enxergar.
Alguém ganhou muito dinheiro com o Panamericano do Rio.
A ignorância da população é que deixa essa gente safada sossegada.
Sabe que ninguém vai cobrar nada das autoridades.
A população não sabe da força que tem.
Por isso que defendo os professores.
Não temos base cultural nem para entender o que acontece ao nosso lado.
E muito menos para perceber a força que temos.
Para que gente poderosa vai querer a população consciente?
O Pan do Rio custou quatro vezes mais do que este do México.
Não deixou legado algum e ninguém abre a boca para reclamar.
- Se o Pan foi assim, a Copa do Mundo no Brasil será uma festa para os corruptos...
Vou te dar um dado assustador.
A presidente Dilma havia afirmado quando assumiu que a Copa custaria R$ 42 bilhões.
Já está em R$ 72 bilhões.
E ninguém sabe onde os gastos vão parar.
Ningúem.
Com exceção de São Paulo, Rio, Minas, Rio Grande do Sul e olhe lá...Pernambuco...
Todas as outras sete arenas não terão o uso constante.
E não havia nem a necessidade de serem construídas.
Eu vi onze das doze...
Estive em onze sedes da Copa e posso afirmar sem medo.
Tem muita coisa errada.
E de propósito para beneficiar poucas pessoas.
Por que o Brasil teve de fazer 12 sedes e não oito como sempre acontecia nos outros países?
Basta pensar.
Quem se beneficia com tantas arenas construídas que servirão apenas para três jogos da Copa?
É revoltante.
Não há a mínima coerência na organização da Copa no Brasil.
- São Paulo acaba de ser confirmado como a sede da abertura da Copa. Você concorda?
Como posso concordar?
Colocaram lá três tijolinhos em Itaquera e pronto...
E a sede da abertura é lá.
Quem pode garantir que o estádio ficará pronto a tempo?
Não é por ser São Paulo, mas eu não concordaria com essa situação em lugar nenhum do País.
Quando as pessoas poderosas querem é assim que funcionam as coisas no Brasil.
No Maracanã também vão gastar uma fortuna, mais de um bilhão.
E ninguém tem certeza dos gastos.
Nem terá.
Prometem, falam, garantem mas não há transparência.
Minha luta é para que as obras não fiquem atrasadas de propósito.
E depois aceleradas com gastos que ninguém controla.
- O que você acha de um estádio de mais de R$ 1 bilhão construído com recursos públicos. E entregue para um clube particular.
Você está falando do estádio do Corinthians, não é?
Não vou concordar nunca.
Os incentivos públicos para um estádio particular são imorais.
Seja de que clube for.
De que cidade for.
Não há meio de uma população consciente aceitar.
Não deveria haver conversa de politico que convencesse a todos a aceitar.
Por isso repito que falta compreensão à população do que está acontecendo no Brasil para a Copa.
- A Fifa vai fazer o que quer com o Brasil?
Infelizmente, tudo indica que sim.
Vai lucrar de R$ 3 a R$ 4 bilhões e não vai colocar um tostão no Brasil.
É revoltante.
Deveria dar apenas 10% para ajudar na Educação.
Iria fazer um bem absurdo ao Brasil.
Mas cadê coragem de cobrar alguma coisa da Fifa.
Ela vai colocar o preço mais baixo dos ingressos da Copa a R$ 240,00.
Só porque estamos brigando pela manutenção da meia entrada.
É uma palhaçada!
As classes C, D e E não vão ver a Copa no estádio.
O Mundial é para a elite.
Não é para o brasileiro comum assistir.
- Ricardo Teixeira tem condições de comandar o processo do Mundial de 2014?
Não tem de saúde.
Eu falei há mais de quatro meses que ele não suportaria a pressão.
Ser presidente da CBF e do Comitê Organizador Local é demais para qualquer um.
Ainda mais com a idade que ele tem.
Não deu outra.
Caiu no hospital.
E ainda diz que vai levar esse processo até o final.
Eu acho um absurdo.
- Muito além da saúde de Ricardo Teixeira. Você acha que pelas várias denúncias, investigações da Polícia Federal... Ele tem condições morais de comandar a organização Copa no Brasil?
Não.
O Ricardo Teixeira não tem condições morais de organizar a Copa.
Não até provar que é inocente.
Que não tem cabimento nenhuma das denúncias.
Até lá, não tem condições morais de estar no comando de todo o processo.
Muito menos do futebol brasileiro...

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Leia também: “A história da Rã que morreu sem perceber”

08/07/2011

Onde as crianças do mundo dormem

Clique na imagem para aumentar
James Mollison viajou ao redor do mundo e decidiu criar uma série de fotografias mostrando os quartos infantis por onde passava. As fotografias foram depois compiladas em um livro intitulado Onde as criança dormem. Cada par de fotografias é acompanhada por uma legenda estendida que conta a história da criança. As diferenças entre um e outro espaço do sono é impressionante.
Mollison nasceu no Quênia em 1973 e cresceu na Inglaterra. Depois de estudar arte e design na Universidade de Oxford Brookes, e cinema e fotografia em Newport School of Art and Design, ele se mudou para a Itália para trabalhar no laboratório criativo da fábrica da Benetton.
O projeto tornou-se uma referência de pensamento crítico sobre a pobreza e a riqueza, sobre a relação das crianças com as suas posses -ou a falta delas-. O fotógrafo espera que seu trabalho ajude outras crianças a pensar sobre a desigualdade no mundo, para que, talvez, no futuro pensem como agir para diminuir esta diferença.
Leia mais em: 
Onde as crianças do mundo dormem - Metamorfose digital http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=18326#ixzz1RkMeA6D1

06/05/2011

Lição de vida para o mundo

A carta abaixo foi escrita por um imigrante vietnamita que é policial no Japão (Fukushima). Foi enviada a um jornal em Xangai que traduziu e publicou. Esta carta está sendo divulgada por e-mail,  com a observação de ter sido traduzida o mais fielmente possível ao texto original.
Querido irmão,
Como estão você e sua família? Estes últimos dias têm sido um verdadeiro caos. Quando fecho meus olhos, vejo cadáveres e quando os abro, também vejo cadáveres.
Cada um de nós está trabalhando umas 20 horas por dia e mesmo assim, gostaria que houvesse 48 horas no dia para poder continuar ajudar e resgatar as pessoas.
Estamos sem água e eletricidade e as porções de comida estão quase a zero. Mal conseguimos mudar os refugiados e logo há ordens para mudá-los para outros lugares.
Atualmente estou em Fukushima – a uns 25 quilômetros da usina nuclear. Tenho tanto a contar que se fosse contar tudo, essa carta se tornaria um verdadeiro romance sobre relações humanas e comportamentos durante tempos de crise.
As pessoas aqui permanecem calmas – seu senso de dignidade e seu comportamento são muito bons – assim, as coisas não são tão ruins como poderiam. Entretanto, mais uma semana, e não posso garantir que as coisas não cheguem a um ponto onde não poderemos dar proteção e manter a ordem de forma apropriada.
Afinal de contas, eles são humanos e quando a fome e a sede se sobrepõem à dignidade, eles farão o que tiver que ser feito para conseguir comida e água. O governo está tentando fornecer suprimentos pelo ar enviando comida e medicamentos, mas é como jogar um pouco de sal no oceano.
Irmão querido, houve um incidente realmente tocante que envolveu um garotinho japonês que ensinou a um adulto como eu uma lição de como se comportar como verdadeiro ser humano.
Ontem à noite fui enviado para uma escola infantil para ajudar uma organização de caridade a distribuir comida aos refugiados. Era uma fila muito longa. Vi um garotinho de uns 9 anos. Ele estava usando uma camiseta e um par de shorts.
Estava ficando muito frio e o garoto estava no final da fila. Fiquei preocupado se, ao chegar sua vez, poderia não haver mais comida. Fui falar com ele. Ele disse que estava na escola quando o terremoto ocorreu. Seu pai trabalhava perto e estava se dirigindo para a escola. O garoto estava no terraço do terceiro andar quando viu a tsunami levar o carro do seu pai.
Perguntei sobre sua mãe. Ele disse que sua casa era bem perto da praia e que sua mãe e sua irmãzinha provavelmente não sobreviveram. Ele virou a cabeça para limpar uma lágrima quando perguntei sobre sua família.
O garoto estava tremendo. Tirei minha jaqueta de policial e coloquei sobre ele. Foi ai que a minha bolsa de comida caiu. Peguei-a e dei-a a ele. “Quando chegar a sua vez, a comida pode ter acabado. Assim, aqui está a minha porção. Eu já comi. Por que você não come”?
Ele pegou a minha comida e fez uma reverência. Pensei que ele iria comer imediatamente, mas ele não o fez. Pegou a bolsa de comida, foi até o início da fila e colocou-a onde todas as outras comidas estavam esperando para serem distribuídas.
Fiquei chocado. Perguntei-lhe por que ele não havia comido em vez de colocar a comida na pilha de comida para distribuição. Ele respondeu: “Porque vejo pessoas com mais fome que eu. Se eu colocar a comida lá, eles irão distribuir a comida mais igualmente”.
Quando ouvi aquilo, me virei para que as pessoas não me vissem chorar.
Uma sociedade que pode produzir uma pessoa de 9 anos que compreende o conceito de sacrifício para o bem maior deve ser uma grande sociedade, um grande povo.
Envie minhas saudações a sua família. Tenho que ir, meu plantão já começou.
Ha Minh Thanh

DEZ COISAS A SEREM APRENDIDAS COM O JAPÃO

1 – A CALMA
Nenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que “havia perdido tudo”. A tristeza por si só já bastava.
2 – A DIGNIDADE
Filas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.
3 – A HABILIDADE
Arquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas não caíram.
4 – A SOLIDARIEDADE
As pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim todos poderiam comprar alguma coisa.
5 – A ORDEM
Nenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas compreensão.
6 – O SACRIFÍCIO
Cinqüenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da usina de Fukushima. Como poderão ser recompensados?
7 – A TERNURA
Os restaurantes cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos.
8 – O TREINAMENTO
Velhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes foi ensinado.
9 – A IMPRENSA
Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias. Nada de reportagens sensacionalistas com repórteres imbecis. Apenas reportagens calmas dos fatos.
10 – A CONSCIÊNCIA
Quando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras e saiam calmamente.


Nossas crianças precisam de maior e mais atenção
Você pode fazer parte da vida de muitas crianças que esperam por um conforto, uma palavra amiga, um conselho. Assim, elas poderão aprender e  compreender o conceito de solidariedade,  amizade, afeto e aceitação. A educação deve ir muito além do Beabá
Assista ao vídeo e veja o que pode ser feito. O que você pode fazer.
Apadrinhe!
Silvana Gomes, psicóloga e moradora de Brasília, é madrinha desde o final da década de 90 e conta como é a experiência de apadrinhar, o relacionamento criança/padrinho, acompanhar o desenvolvimento, como é pouca a doação diante a importância da sua ajuda!
O Fundo Cristão para Crianças é uma organização de desenvolvimento social presente no Brasil há 44 anos que apoia crianças em situação de exclusão, privação e vulnerabilidade social e mobiliza pessoas para a transformação de vidas.
Visite nosso site e apadrinhe o Jean Carlos http://ow.ly/4P4Ik
 Ele e sua família ficarão muito felizes com a sua colaboração!
Veja essa experiência:
Participe da rede de blogs e ajude a espalhar a ideia do apadrinhamento
Escreva paraespalheessaideia@fundocristao.org.br e receba o selo da campanha e os posts.  Siga o @fundocristao no twitter, retwitte este post, fale sobre o apadrinhamento com seus amigos. E para apadrinhar, acesse aqui.

27/04/2011

Educação em dia; muito além do beabá



Hoje é comemorado o Dia da Educação. 
Acredito que o processo da educação começa com a família, quando  os pais ensinam a seus filhos o que julgam ser certo. Ensinam como administrar e se desenvolver no espaço no qual vivemos. A figura dos pais é complementada pela escola, que, além habilitar o jovem para escolher um ofício e ser economicamente produtivo, deverá também ensinar a vida em sociedade. A educação é a base de uma nação soberana e evoluída e de uma sociedade mais justa e com alta qualidade de vida.
Este Blog foi feito com o objetivo de divulgar a idéia de um projeto para ser desenvolvido em beneficio das crianças, adolescentes, pais e idosos. Precisamos de uma Educação muito além do beabá! (lb)


É comum na Psicologia da Educação
referir-se à educação da criança
e do adolescente, mas também à educação
do adulto (Pedagogia e Andragogia).

(...) precisamos definir o termo “popular”. A concepção mais comum que se observa, inclusive nos dicionários, é de “popular” como sendo algo do povo, para o povo, que atende às necessidades do povo. Usaremos a concepção de Paulo Freire, entendendo “popular” como sinônimo de  oprimido, aquele que vive sem as condições elementares para o exercício de sua cidadania e que está fora da posse e uso dos bens materiais produzidos socialmente. Assim, podemos definir a Educação Popular como uma teoria de conhecimento referenciada na realidade, com metodologias incentivadoras à participação e ao empoderamento das pessoas permeado por uma base política estimuladora de transformações sociais e orientado por anseios humanos de liberdade, justiça, igualdade e felicidade. Segundo Brandão (1986), os educadores pensam a educação em domínios restritos: a universidade, o ensino fundamental, o ensino médio, a alfabetização, a educação de jovens e adultos. Muitas vezes a educação acaba por tomar domínios restritos, determinados socialmente, quando deveriam atender às necessidades do contexto, do cotidiano do aluno, enfim, da cultura do educando. Para pensar em Educação Popular, é necessário, portanto, repensar a educação. A educação, quando se fala no panorama social, é a condição da permanente recriação da própria cultura sendo, por isso, a razão da dominação da cultura entre outros. Já no panorama individual, a educação é a condição de criação do indivíduo, é a relação de saber das trocas entre pessoas.
***************
Educação engloba os processos de ensinar e aprender. É um fenômeno observado em qualquer sociedade e nos grupos constitutivos destas, responsável pela sua manutenção e perpetuação a partir da transposição, às gerações que se seguem, dos modos culturais de ser, estar e agir necessários à convivência e ao ajustamento de um membro no seu grupo ou sociedade. Enquanto processo de sociabilização, a educação é exercida nos diversos espaços de convívio social, seja para a adequação do indivíduo à sociedade, do indivíduo ao grupo ou dos grupos à sociedade. Nesse sentido, educação coincide com os conceitos de socialização eendoculturação, mas não se resume a estes.
Nivel de alfabetização pelo planeta inteiro: veja as desigualdades do sistema de ensino em cada região do mundo, ampliando a imagem.
A prática educativa formal — que ocorre nos espaços escolarizados,quer sejam da Educação Infantil à Pós Graduação — dá-se de forma intencional e com objetivos determinados, como no caso das escolas. No caso específico da educação formal exercida na escola, pode ser definida como Educação Escolar. No caso específico da educação exercida para a utilização dos recursos técnicos e tecnológicos e dos instrumentos e ferramentas de uma determinada comunidade, dá-se o nome de Educação Tecnológica. A educação sofre mudanças, das mais simples às mais radicais, de acordo com o grupo ao qual ela se aplica, e se ajusta a forma considerada padrão na sociedade. Mas, acontece também no dia-a-dia, na informalidade, no cotidiano do cidadão. Nesse caso sendo ela informal.
Índice
·         1 Legislação brasileira
·         2 Níveis de ensino
·         5 Referências
·         6 Ver também
·         7 Ligações externas
o    7.2 Outros
Educação popular
A Educação Popular é uma educação comprometida e participativa orientada pela perspectiva de realização de todos os direitos do povo. Não é uma educação fria e imposta, pois baseia-se no saber da comunidade e incentiva o diálogo. Não é “Educação Informal” porque visa a formação de sujeitos com conhecimento e consciência cidadã e a organização do trabalho político para afirmação do sujeito. É uma estratégia de construção da participação popular para o redirecionamento da vida social. A principal característica da Educação Popular é utilizar o saber da comunidade como matéria prima para o ensino. É aprender a partir do conhecimento do sujeito e ensinar a partir de palavras e temas geradores do cotidiano dele. A Educação é vista como ato de conhecimento e transformação social, tendo um certo cunho político. O resultado desse tipo de educação é observado quando o sujeito pode situar-se bem no contexto de interesse. A educação popular pode ser aplicada em qualquer contexto, mas as aplicações mais comuns ocorrem em assentamentos rurais, em instituições sócio-educativas, em aldeias indígenas e no ensino de jovens e adultos.

Índice 

·         1 Conceito
·         2 O Educador Popular
·         3 Histórico
·         6 Ver também
·         7 Referências


É dado o nome de Psicologia da Educação ao segmento de estudos e pesquisas que visam descrever os processos psicológicos presentes na educação. Teóricos como Sigmund Freud, Jean Piaget, Burrhus Frederic Skinner, Carl Rogers, Lev Vygotsky e Alexander Luria, são tidos como precursores dos estudos em Psicologia da Educação. São referenciais comuns aos cursos de Pedagogia, Normal Superior e demais licenciaturas, representando, cada um, vertentes do pensamento psicológico educacional.
Leia:

Wikipedia quer mais contribuições de acadêmicos

29/03/2011 12h43 | Publicado por: Luiza Giovancarli

Guardian - 29/03/2011
Mike Peel começou a editar a Wikipedia - a enciclopédia online livre que qualquer pessoa pode editar - depois de ver uma informação de física que o deixou louco. Era 2005 e ele, ainda não graduado, estava lendo sobre um curso quando ficou "irritado com um erro gramatical". Ele nunca mais parou desde então. Peel, agora um investigador de 26 anos de idade, pós-doutor pelo Centro de Astrofísica Jodrell Bank, na Universidade de Manchester, não é somente o secretário da Wikimedia do Reino Unido... (em inglês) Leia mais.